Uncategorized
TEIMOSO

Catalá insiste com Daniel como único volante.
Ano passado, técnico azulino morreu abraçado com o Marcelo, segundo volante, que também não fedia e nem cheirava.
A imprensa alertava, mas Catalá catava errado.
Daniel deixa a zaga desprotegida, os laterais sem coberturas, porque o volante não arma e nem desarma. É servo inútil.
Tonhão ou Papellin tem que ter conversa de pé de ouvido com o Catalá sobre o jeito do Remo jogar.
Atuando com um volante e ataque recheado de atacantes de nada adianta, porque estes não sabem marcar. E, assim sendo, às peças não funcionam.
Remo tem 3 volantes: Daniel, Renato e Paulinho Curuá. Dos 3, o melhor é este, mas é paraense. Curuá defende e sai pro jogo. Uchoa está fazendo falta no time azulino.
Originalmente, Pavani é ponteiro, mas pode jogar como atacante centralizado e, penso, que as peças no time azulino estão sendo mal posicionadas, e o que vejo é um amontoado de atletas, jogando por si e o time não tem padrão de jogo.
Goleiro Marcelo Rangel, dos 7 que atuou no Goiás, 6 anos foi banco, e na partida contra a Tuna falhou por duas vezes, e a “Fenômeno Azul” bradou o nome de Vinícius, e, ao final do jogo, chamou de “burro” pro Catalá, que, nem bem o árbitro apitou o final da partida, técnico sai varado para o vestiário.
A diferença entre os “professores” de futebol não está no conhecimento tático e nem nas informações de cada time, e sim na ousadia e nas observações dos detalhes do jogo de futebol, que é “jogo de erros”.
Contra Hélio dos Anjos, Catalá laçou o boi; contra Júlio César, catou errado. Gabrielzinho botou Vidal pra “dançar”.
É o que há!
![]()
