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A SEGUNDA PELE

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No mundo, os executivos são os mais bem pagos profissionais.

Na plutocracia futebolística, esses profissionais são bem remunerados.

Em Belém, Sérgio Papellin, no Remo, e no Paysandu, Ari Barros, são os destaques, e muito se propaga sobre seus vencimentos, o que para mim é irrelevante.

Todavia, sabe-se que um operário brasileiro tem que trabalhar alguns anos para se equiparar a um mês de labuta de um executivo de futebol.

Por serem bem pagos, executivos de futebol têm que andar expondo a marca dos seus clubes?

Recentemente, o ex-presidente azulino, Fábio Bentes, pra onde ia aparecia com a segunda pele remista. Houve quem o criticasse.

O que não se vê nos bicolores.

Na semana passada, Ari Barros, executivo alviceleste, foi filmado, em academia, vestindo uma multinacional em vez da Lobo, que é a marca que veste o Paysandu.

Papellin, executivo remista, veste-se socialmente, e ainda não o vi vestindo o manto azulino. E não condeno.

Penso, particularmente, que o corpo humano não é “outdoor” para expor nome de jogador nas costas e marcas mundialmente famosas. Eu não uso. Nem do Paysandu. A não ser que me pague.

Durante o tempo de BIG BEN (que durou até 2017), em Belém, Raul Aguilera me pagava para vestir a rede de farmácias nos campos de futebol, e assim foi na Copa do Mundo de 2006 (Alemanha), 2014, no Brasil, e Olímpiada, em 2016 (Rio de Janeiro).

Volto ao Ari Barros. Não sei se o executivo bicolor foi chamado às falas, mas reaparece, na academia, feliz, expondo a marca do seu patrão, o Paysandu.

Parodiando Mateus, o discípulo de jesus, “onde seu tesouro estiver, ali também estará seu coração”.

Reflexionando: Ari Barros se estivesse vestido de forma simples, sem expor marca internacional, estaria livre dos olhares maledicentes.

É o que há!

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