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TRAGÉDIA ANUNCIADA

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“Não construa seu império sobre a ruína do império dos outros”, é um adágio popular que serve para reflexões.

Remo fez de tudo para não jogar em campos do interior paraense e foi se acabar no “Aluízio Ferreira”, em Rondônia. O inferno é aqui e está a um palmo dos nossos narizes.

1 a 0 Porto Velho, que fez história, e jogou pela primeira vez este ano, enquanto o Remo entra em campo pela sexta vez em 2024: 5 pela PARAZÃO e uma pela Copa do Brasil.

A tragédia anunciada voltou a se repetir, após 7 anos, posto que em 2017, time azulino perdeu para o Brusque-SC de 2 a 1.

Tonhão tem que ter atitude: mandar Catalá embora, e já!

“O Porto pode ser velho, mas a barca do Remo está visivelmente furada. Contra o Porto Velho, pela primeira fase da Copa Brasil, time azulino produziu muito, mas nada realizou, como Catalá nunca realizou o Remo.

Tonhão tem culpa em trazê-lo de volta para a atual temporada: ganhou o quê ano passado?

“Locomotiva” rondoniense com o “maquinista” Digão parou a “Locomotiva” paraense, que foi incompetente com uma zaga que não pula e o resto não sabe o que fazer com a bola nos pés.

Time azulino é uma onzena perdida dentro de campo.

Ribamar está mais para “chucro” do que para atacante, que, visivelmente, sem preparo físico, finalizou mal várias oportunidades de gols.

Digão, carioca de 26 anos, 1.97 de altura, foi o cara do jogo.

João Maurício, o do “Ofício”, alertou após o jogo contra a Tuna, que o Remo perdeu de 3 a 2: “A zaga do Remo é pesada e lenta, e o time não tem estrutura tática”. Taí o resultado!

É o que há!

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