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O INSANO E O SURTADO

Antônio Carlos Teixeira e Milton Campos são bem resolvidos financeiramente, boas genéticas e de ótimas índoles. São boas criaturas!
Os dois estão distantes dos corruptos lunáticos que vivem enfronhados em federações e clubes de futebol.
Mas o vice Milton Campos, indiretamente, tratou o presidente Tonhão de “insano”, por aceitar Catalá no comando técnico do time azulino, após o fracasso na Copa do Brasil, perdendo para o Porto Velho por 1 a 0, e nos corredores da sede leonina, Milton é visto como um “surtado”.
“Uma amizade verdadeira resiste às mudanças das nossas vidas, ou seja, amizade que é amizade tolera as divergências”, diz o velho adágio popular. Tonhão e Milton são velhos parceiros, e o que se estranha é que os dois têm experiências de Baenão, e o Milton não foi convidado para está ao lado do presidente no dia a dia da toca do leão.
Milton se sentiu “isolado”, como me revelou.
Quarta-feira (22) e quinta-feira (23) vivi os corredores do Hospital Porto Dias aos cuidados do genial Jean Klay e numa espera e outra me deparo com alta potestade azulina, que me fez revelações procedentes do quê Tonhão ter se quedado ao manhoso Catalá.
1 – Quebra de contrato superior a R$ 400 mil reais.
2 – No mercado não há técnico disponível para chegar e sacudir o time e fazer a torcida acreditar na superação do elenco.
3 – Time do Remo não tem força física.
4 – Milton Campos surtou. É o pensamento do alto comando azulino.
5 – O vice-presidente Milton Campos desapareceu da sede sem quê nem pra quê.
6 – Assim como não é de falar, Tonhão se abstém de telefonar para o Milton, diferente do outro vice, Glauber Gonçalves, que marca presença na sede.
“Dialogar é dizer o que pensamos e suportar o que os outros pensam”, dizia Carlos Drummond de Andrade, e faz-me ver que Milton Campos e Antônio Carlos Teixeira irão, brevemente, dialogar para o bem do Clube do Remo.
É o que há!
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