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CINQUENTÃO

Viva a vida, hoje, Milton Campos, você faz 50 anos e é uma das ótimas criaturas que conheci neste mundo cão que é o futebol.
Você me acusou de “ladrão de documentos”, e eu vesti a carapuça, mas reconheço que o desportista Milton Campos, ao lado de Sergio Dias, em 2015, tirou o Remo da D, elevando à C.
Acompanhei, nas idas e vindas ao TRT-PA – Tribunal Regional do Trabalho do Pará –, a partir de 2015, sua agudeza de espírito, ao lado de Domingos Sávio, Manoel Ribeiro, Ângelo Carrascosa e outros, emprestando seus nomes para que o Remo pagasse – como pagou – dívida estratosférica.
Eu vi e ouvi, algumas vezes, a grandeza do excelente negociador Milton Campos. O Remo quitou a dívida em abril do ano passado, mas deva-se às habilidades dos que empenharam suas palavras perante ao magistrado. Você foi um desses que provou amar a instituição, e cuidou como um bom pai cuida do filho.
Reconheço o valor da sua sabedoria e não à toa que, ao ser levado para o Remo pelas mãos de José Maria Campos, em 1997, foi “apadrinhado” por Ronaldo Passarinho e Ubirajara Salgado. Eles acertaram em cheio.
Para tirar o Remo do inferno em que vivia, em 2015, e chegar aonde chegou, Milton Campos encabeçou rifa de carro e coletas entre os “baludos” azulinos.
Milton, você é um “nazireu” a serviço do seu Remo, embora esteja a latere.
É o que há!
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