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“EL PATRON” TEM VÁRIOS DESAFIOS NO BAENÃO

Prevaleceu a individualidade do time azulino, em jogo que ganhou de 3 a 0 do limitadíssimo time do Santa Rosa.
Com este resultado, Remo encaminha sua classificação à semifinal do PARAZÃO.
Remo explorou os lados com Filipinho e Echaporã, recebendo a bola e partindo em velocidade para o ataque.
Nada de jogo técnico, mas em bolas lançadas, e numa dessas, a 1 minuto, Pedro Sena entrou pelas costas dos zagueiros azulinos e finalizou pra fora.
Aos 36’, o Santa Rosa ameaçou em cabeceio no travessão do goleiro azulino. Foi só e nada mais no primeiro tempo que o time de Netão fez.
Sem criatividade, meio-campo leonino lançava para Echaporã, pela direita, ou Filipinho, pelo lado esquerdo, que tinham atitudes.
Aos 27’, a atitude veio do zagueiro Thalys que cruzou em diagonal para a entrada de Echaporã de carrinho ( e impedido) estabelecer 1 a 0 Remo.
Em falha da zaga do Santa Rosa, Filipinho rompe a zaga e bate de canhota para estabelecer 2 a 0, aos 33’, contando, também, com falha do zagueiro (que fez tabela na perna de Filipinho) e do goleiro Cláudio, que aceitou a jogada.
Após o gol, Filipinho deixa o campo contundido e entra Kelvin.
Com o toró que desabou em Belém, gramado do Baenão apresentou poças d’água e o jogo dependeu de bolas esticadas.
Meio-campo azulino foi ineficiente, principalmente Jaderson, que não fedeu e nem cheirou.
Remo volta para o segundo tempo com Paulinho Curuá, no lugar de jaderson, e Silas no de Henrique, porem o campo pesado não tinha como ter posse de bola.
Em jogada.
A exemplo do primeiro tempo, Flávio teve a chance de diminuir o placar o que não o fez, porque meteu a bola pra fora.
Remo chegou ao terceiro gol em cobrança de escanteio, aos 6, com cabeceio de raspão de Ligger.
Netão tenta dá ânimo à sua equipe com as entradas de Sorriso (Felipe), Rogério (Flávio), Vandinho (Santana) e Natanael (Moura) que nada fizeram de novidade para mudar o domínio azulino.
Antes de deixar o campo, cedendo lugar para Ytalo, Ribamar desperdiçou o que seria o quarto gol azulino.
Em dois jogos ao comando do EL PATRON, não vi o Remo jogar coletivamente, prevalecendo a individualidade de alguns jogadores.
É o que há!
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