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Ô GLÓRIA!

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Cheguei aqui no meu cafofo.

Este é um dia que um gênio me fez feliz: Dr. jean Cley, ortopedista e traumatologista de primeira grandeza.

Exulto 3 “anjos” geniais que me abraçam e que saram minha dor:

Raimundo Eder (Beneficência Portuguesa), Diego Pacheco e jean Cley médicos que não são vinculados a planos de saúde.

Quando das minhas dores me socorrem e dizem: “Vou cuidar de ti de graça!”

Chego à conclusão que meu jornalismo esportivo fere suscetibilidades (por revelar verdades) e esta conduta faz que alguns tenham olhares atravessados pra este velho de 74 anos de idade e 52 de jornalismo. E não pretendo parar, porque me realizo pensando, falando e escrevendo, revelando fatos.

Estou me aproximando da curva da vida, mas o meu ageísmo não me torna um velho frágil, não arrasto os pés, lento e não sou peso pra sociedade e sou provedor da minha vaidade: comer bem, dormir tranquilo e amar com conteúdo.

Os poucos “anjos” que tenho nesta minha imensa jornada são meus refúgios seguros, quando estou em apuros e que me dão ânimos pra continuar vivendo, sarando minhas dores pra que eu continue fazendo o que faço com amor diferencial.

Dr. Jean Clay, o do bisturi abençoado por Deus, me tornou um velho desenvolto ao me dizer: “Você só não pode levantar este braço, mas o resto você pode fazer, inclusive escrever. Está liberado. Vá pro seu cafofo e tome a medicação receitada”.

As condescendências da minha gostosinha Elô (mantendo-se do meu lado no hospital durante 48h), de Eliércio Santino, do presidente do Paysandu, Maurício Ettinger, e Roger Aguilera me estenderam às mãos pra que não me falte remédios pra sarar o risco do meu ombro esquerdo e que eu não sinta dor.

Tenho dívida de gratidão com esses “Epafroditos”, que me tornam um velho produtivo.

É o que há!

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