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“FINO”, NEM TANTO

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Há resolução da Fifa determinando que quando um dos seus árbitros forem ofendidos moralmente que providências judiciais sejam efetivadas.

Após PSC 2 a 0 CR, no Mangueirão, árbitro Bráulio da Silva Machado consultou banca de advocacia de alto PIB, em Belém, para abrir procedimento cível e criminal contra Sérgio Papellin, executivo do Clube do Remo.

Sérgio Roberto Mendonça Machado, 62, é criatura de ótima genética.

DNA fino até no apelido: Papellin era um papel de fina espessura, que os fumadores de “porronca” usavam para rolar o tabaco.

“Informo que aos 48 minutos do segundo tempo de partida, paralisei a partida, motivado por invasão as imediações do campo de jogo por parte do Sr. Sérgio Papellin (executivo de futebol da equipe do Clube do Remo) que se aproximou da lateral do campo e proferiu aos gritos e de forma ofensiva as seguintes palavras: ‘ladrão, veio roubar a gente’ repetidas vezes. Após o fato ocorrido, foi solicitado ao policiamento e seguranças que retirassem o mesmo, que ofereceu resistência para deixar as imediações do campo de jogo. Informo ainda que aos 53 minutos do segundo tempo, no momento em que me dirigia a área de revisão para analisar uma disputa de jogo, o Sr. Sergio Papellin (executivo de futebol da equipe do Clube do Remo) voltou a invadir as imediações do campo de jogo, inclusive entrando na área de revisão e com o dedo em riste gritava de forma ofensiva as seguintes palavras: ‘ladrão, vagabundo, safado’, após o fato o mesmo foi retirado por seguranças que estavam próximo ao ocorrido’”.

Este não é o Papellin que todos conhecemos, desde que aqui chegou em 2008, contratado pelo então presidente azulino Raimundo Ribeiro, para depois, em 2014, voltar a Belém para ser o executivo bicolor, que era comandado pelo presidente Vandik.

Atribulado, Papellin perdeu a compostura e ofendeu a reputação do inseguro árbitro de futebol Bráulio da Silva Machado.

Ouço um dos mais aplicados advogados em leis desportivas, o presidente do TJD-PA, Dr. Hamilton Gualberto, que me revelou que as provas são contundentes contra Papellin, mas o mandado de garantia do Clube do Remo, com pedido de liminar, para que a Federação Paraense de Futebol (FPF) forneça o inteiro teor do diálogo entre os membros do VAR e o árbitro central disse está “analisando”, arrematando: “Não vejo prejuízo para o campeonato, para a FPF e para o Remo”.

Às circunstâncias presentes, nos dois próximos RE-PAs, no Mangueirão (Copa Verde e final do PARAZÃO), estarão mirando os árbitros que comandarão os jogos decisivos.

Penso que sobreviverá quem tiver emocional equilibrado e o físico apurado.

É o que há!

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