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“CONSUMMATUM EST”

“Fuderam com o Hamilton!”
“O Dr. Hamilton levou um puxão de orelha do STJD!”
“Rídiculo o que o Dr. Hamilton está passando neste momento da vida!”
“Zeca, tenho certeza que o Dr. Hamilton atendeu a pressão do Tonhão e acabou por não enxergar a verdade jurídica!”
“Zeca, quem está sorrindo é o corrupto que arrombou os cofres da PMB e o “camafeu” que foi defenestrado do Remo como ladrão!”
“A burrice é uma desgraça!”
Peraí! Advogado Hamilton Gualberto não é burro. Conheço a profundidade do saber jurídico do Dr. Hamilton Gualberto, no entanto, quando li o seu despacho solicitando à FPF que não homologasse os 2 a 0 do PSC sobre o Remo, ele deixou transparecer sua lucidez jurídica ao determinar que a Federação poderia realizar às entregas dos troféus e medalhas ao vitorioso de domingo, 14 de abril.
“É doar com a mão direita e tirar com à esquerda”, no velho dito popular.
Todos os advogados que consultei – sem revelar nomes – me disseram que não havia “substância jurídica” no documento engendrado pelo jurídico do CR contra a arbitragem.
No despacho do presidente do STJD, José Perdiz de Jesus, no final do segundo parágrafo, expõe: “…o que nos leva a insegurança jurídica”. “Consummatum est”.
Pior que o coice, à queda: “… decisões monocráticas do Presidente do TJD-PA estão com seus efeitos suspensos”. Pira paz, não quero mais!
Márcio Tuma, advogado bicolor, foi “cirúrgico” na defesa do Paysandu.
A paixão é carnal e às vezes nos leva a fazer besteira e ao inferno.
É o que há!
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