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ALÉM DO ABSURDO, CR VAI À CPI DO SENADO

Glauber Gonçalves, vice-presidente remista, levou pra dentro do Baenão alguns membros de torcidas organizadas.
Na “toca”, Papellin, o executivo azulino, reuniu alguns jogadores para ouvir os meliantes. “Estamos aqui pra apoiar vocês, mas queremos que caprichem nas finalizações”, falou um dos líderes.
Presidente Antônio Carlos Teixeira não se fez presente à inusitada reunião. A mim não é estranho, porque como ex-dirigente da Frente Jovem Azulina (1980), tendo como parceiros Orlando Ruffeil, Ronaldo Porto, Zenaldo Coutinho, Toscano, Paulo Roberto Souza e Delinho Guilhon apoiavam o time nas vitórias e derrotas e nunca precisaram de lotes de ingressos para adentrarem ao Baenão ou no Bandolão Mangueirão. Não eram vagabundos!
Presidente Antônio Carlos Teixeira, dono do trono azulino, e Orlando Ruffeil, historiador remista, sabem que estou cutucando com a unha o cascão dessa ferida desgraçada que sangre os nossos clubes.
“Qualquer jogador pode se recusar a se encontrar com esses caras dentro do seu local de trabalho ou, então, denunciar o CR ao MP do Trabalho por se sentir ameaçado”, disse-me advogado trabalhista.
Antônio Carlos Teixeira continua “entalado” com o diálogo entre o árbitro Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC) e Djonaltan Costa Araújo, árbitro VAR, do RE-PA em que o Paysandu ganhou de 2 a 0, pela partida de ida do PARAZÃO.
Departamento jurídico do CR prepara dossiê sobre a “desastrada” atuação do árbitro capixaba e o vídeo com diálogo entre o árbitro central, o Bráulio, e o “varista” Djonaltan Costa Araújo, e encaminhar ao presidente da CPI da Manipulação de Resultados e Casas de Apostas, senador Jorge Kajuru (PSB-GO).
É o que há!
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