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É FOME, MESMO!

O Brasil se move em ação de solidariedade ao povo gaúcho.
No Pará, governo estadual coloca a disposição às Usinas da Paz para receber doações do povo.
Paysandu, através do presidente Maurício Ettinger, anuncia parte da renda do jogo contra o Goiás em favor dos irmãos do RS.
Merecedores de encômios, os “baludos” Luciano Hang (Havan), Madonna e Neymar por estenderam suas mãos, mandando dinheiro e donativos aos flagelados sulistas.
Vendo, pela TV, imagens de Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, vem-me à mente os princípios fundamentais da vida, desde que o homem surgiu no planeta terra.
A primeira busca do homem foi por alimento; a segunda, a segurança (fugindo dos gigantes animais); a terceira, habitação (procurar uma caverna para se abrigar ou construir um “carbê”) e, por último, a roupa para cobrir o corpo (e para tal tinha que abater animais de pele).
Passados milhares de anos, não há diferença dos nossos ancestrais para o que vive hoje o povo gaúcho: sem comida, insegurança, casas alagadas e muitos estão com a única roupa no corpo sem poder lavar e mudar.
Enquanto o povaréu se mexe e ajuda, os mandatários políticos partidários estão caladinhos em relação à “pacoteira” de R$ 4,9 bi destinado ao Fundo Partidário, visando a eleição municipal de outubro deste ano quando prefeitos e vereadores serão eleitos (ou reeleitos) nos mais de 5 mil e 500 municípios deste país.
Para arremediar o impacto, os tecnocratas brasileiros criaram o neologismo “insegurança alimentar” em que 4,1% da população (8.671,000) não tem o que comer.
É o que há!
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