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O INFLUENCIADOR

Sérgio Papellin está dodói e passou o dia internado numa clínica particular para cuidar de mal-estar.
“Não é nada grave. Amanhã estarei no batente”, afirmou o executivo leonino.
Ao ser convocado pelo Conselho Deliberativo para explicar sobre o futebol azulino, presidente Antônio Carlos Teixeira tirou o corpo fora e escalou o executivo do elenco, Sérgio Papellin, para explicitar todo o processo de contratações para a formatação do plantel.
O encontro será na segunda-feira, 13, às 19h, na sede da Avenida Nazaré.
Quando Papellin chegou no Baenão, em dezembro do ano passado, Catalá era o técnico, e com ele estavam Jaderson (que era atacante pela direita), Ícaro, Reniê, Camilo, Leo Lang, Daniel, Paulinho Curuá, Vinicíus (goleiro que foi dispensado).
Vai embora Catalá, Papellin contrata o técnico Gustavo Morínigo e posteriormente Ribamar(atacante), Echaporã (atacante), Sillas (atacante), Nathan (lateral-esquerdo), Diego Bispo (zagueiro), Helder Santos (lateral-esquerdo), João Afonso (volante) e Renato Alves (volante).
Nathan, Echaporã, Sillas, Renato Alves e Ícaro não estão nos planos do El Patron e serão liberados. Antes, Camilo, de comum acordo, rescindiu contrato.
Em campo, o futebol se caracteriza por ser um jogo de erros. O mesmo acontece fora das 4 linhas com as contratações que não dão certo. Certezas e incertezas. Acasos. Acerto e erros.
Atualmente, no futebol paraense não tem um jogador pensante, um meia desequilibrante e um atacante mil anos. A maioria se perde nas finalizações sem pontaria.
Se o Remo vencer o jogo de domingo, no Baenão, Papellin terá algo positivo para influenciar os “cardeais”, mas se houver revertério, o executivo encarará a plateia com o verbo na ponta da língua e não mascarar a verdade sobre o futebol do CR.
A arte de influenciar é exercida com o estigma da credibilidade de quem fala. Pelo passado digno, Papellin tem moral.
É o que há!
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