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A VIDA E O FUTEBOL

Governo federal, através do ministério do esporte, deseja a paralisação do campeonato brasileiro ante a tragédia que isolou o Rio Grande do Sul.
Ofício assinado pelo ministro André Fufuca chega ao presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, que transferiu a responsabilidade aos clubes e federações.
Presidente do Paysandu, Maurício Ettinger, informa que “está conversando com a Federação Paraense de Futebol e a Libra para tomarmos posição conjunta”.
Presidente Antônio Carlos Teixeira, do CR, não se posicionou diante do tema, mas o executivo Sérgio Papellin revelou que é “favorável a suspensão por 15 dias. É a minha opinião. Não conversei com o presidente”.
O momento é de reflexão sobre a vida, o futebol e os acontecimentos que afligem o povo gaúcho.
É de dá dó! Ao ver imagens pela TV, penso numa frase do teólogo alemão, Jurgen Moltmann: “Afinal, um Deus sem futuro leva a um futuro sem Deus”.
Sem poderem treinar, usando CTs, jogadores dos clubes gaúchos não têm estrutura emocional para desenvolver suas atividades em competições nacional e internacional.
O momentâneo fracasso do estado gaúcho não é para sempre. Não é a palavra final. Passará.
Então, sou favorável pela paralisação do brasileiro (A, B, C e D) até que que às águas do Iguaiba voltem ao nível de normalidade.
A paralisação inerente não tornará a CBF, a grande plutocracia do futebol brasileiro, nem mais rica e nem mais pobre. (Foto: Google)
É o que há!
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