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FUTEBOL É INOVAÇÃO

Um ótimo time de futebol tem que brigar pela posse de bola, marcação forte, jogar às proximidades da área adversária, mobilidade constante e não errar passes.
No passe certeiro é que está o acerto de um time, tecnicamente, bom.
Porque “o futebol é um jogo de erros”, e quando se erra muito, facilita-se a vitória do adversário.
Em termos de organização tática, técnico do CR, Rodrigo Santana, foi certeiro quando revelou, em coletiva, que sua didática de futebol depende do que tem o Remo e que ele precisa sentir o time para poder extrair o melhor do elenco. Corretíssimo.
O futebol enganador ameaça muito, mas realiza muito pouco; é este futebol jogado em Belém: não tem força, pegada, velocidade e poucos atletas com habilidade no passe.
O PARAZÃO é uma competição enganadora! O tempo tem mostrado a realidade.
No jogo Náutico 4 a 1 CR, o técnico interino azulino, ao perder zagueiro Sheldon, por expulsão, aos 13’ do primeiro tempo, tira o volante Adisson e refaz a zaga com Jonilson.
Por que não a saída de um atacante (jogava com Cachoeira e Ytalo) e estabelecia duas linhas de 4 com um atacante na frente? Jogava fechadinho. Preferiu “inventar”.
Sobre linha alta, Rodrigo Santana soltou esta preciosidade que serve para o Paysandu: “Não posso jogar com linhas altas, se não tenho zagueiros velozes”. Completo: nem Remo e Paysandu têm zagueiros velozes. Então, a carapuça serve pra quem insiste em jogar com linhas altas se ao tomar bola nas costas dos zagueiros ou dos laterais, estes são pesados e lentos.
Futebol, em todos os seus segmentos, é uma constante evolução no tático, no físico, no técnico e no emocional.
O meia Juninho, que na boca de uma comentarista ele é “meia-condutor” (cruz-credo!) é resultado da performance do departamento de saúde do Paysandu, ao comando do fisioterapeuta Junior Furtado, que efetivou no atleta processo de ganho muscular, pois era franzino e como o futebol é um jogo de força e pegada, o atleta obedeceu à risca as orientações dos nutricionistas e dos fisiologistas do exercício e, em pouco tempo, Juninho ganhou massa muscular e aumentou peso em 6 kg. Está pronto para ser intenso como deseja Hélio dos Anjos.
Futebol é ciência, e como tal, acabou o empirismo, e àqueles que não se preparam, não estudam, ficam pra trás e não há espaços em times de ponta. Renovação!
É o que há!
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