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INEFICIÊNCIA TÉCNICA

“Infelizmente, a bola não entra”.
“Quem não paga não pode ser feliz”, disse empresário Miguel Caluf, que levou Remo à justiça.
O futebol é injusto, mas é eficaz.
Gramado do Baenão mal cuidado.
Francamente, não adianta insistir com jogadores regionais: Paulinho Curuá não combate, deixa Bispo no mano a mano, e Luiz Felipe faz 1 a 0 São Caetano, aos 2’ do segundo tempo.
De nada adianta ser esforçado, se não tem qualidade: é o caso do time do Remo, que amassou o time de Catalá no primeiro tempo.
Mesmo sem qualidade no passe curto, Remo teve nos pés de Marco Antônio; no cabeceio de Ligger, e no desvio do toque de Pavani que a bola foi no travessão no primeiro tempo, Remo foi melhor, mas não teve perfeição nas pontarias. Errou todas!
Merecidamente, Ligger recebeu o vermelho após falta em Caíque, que iria ficar de cara com o goleiro azulino.
Se com 11 em campo, time azulino não tocava a bola, com dez passou a explorar chutão pra frente, facilitando trabalho dos zagueiros do Tigrão do ABC paulista.
A falta de qualidade técnica de Curuá ficou evidente aos 49’ quando de cara pro gol, cabeceou a bola por sobre o travessão do goleiro Alex Alves.
Chinelos e assentos de cadeiras foram arremessados pra dentro do campo pela torcida azulina enfurecida com o placar negativo.
Próximo jogo do Remo será contra o Ypiranga-RS, no Baenão.
É o que há!
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