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OK: 4 HOMENS E UM DESTINO

Busco inspiração no filme de Antoine Fuqua, bang-bang de 1960, que assisti em Macapá, no Cine Paroquial, no bairro do Trem, tendo como estrela principal Charles Bronson, final da década de 60.
Não que o PSC fosse terra arrasada, mas há 10 anos vivia da abnegação dos “baludos” que adoravam pagar suas vaidades, sem nunca cobrarem um puto vintém do clube.
Diferente de alguns ladinos, que dizem amar a Instituição, mas que se aproveitaram dela para amealhar riquezas.
Desde que Maurício Ettinger, Roger Aguilera, Fred Cabral, os donos do trono alviceleste, e André Alves, diretor executivo do Clube, que o Paysandu vive momento renascentista.
“Há ano e meio entrevistei André Alves e me revelou que o Paysandu “se preparava para ser empresa, sem ser SAF”, e eu guardei no meu “HD” a expressão.
Presidente Maurício Ettinger, em dias do mês passado, revelou-me que o “Paysandu está em estado de bonança”, e que os projetos estruturais do Clube estavam sendo tocados com às dotações orçamentárias advindas de cotas da CBF, parceiros publicitários, venda dos produtos licenciados, Sócio Torcedor e as arrecadações dos jogos.
Pra consagrar este estado de bonança, o Clube obteve nesta terça-feira, 10, Certidões Negativas de Débitos (CNDs), “que buscava desde 2018 junto ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (SEFA).
Qual o custo benefício dessas Certidões? O Clube está alicerçado em documento “monolítico” para negociar com qualquer empresa público-privada, apresentar projetos no Ministério dos Esportes a fim de conseguir recursos financeiros e incentivar nossos deputados federais e senadores a apresentarem emendas parlamentares para transferir recursos para o Clube que deu e continua dando às maiores glórias para o futebol da Amazônia.
É o que há!
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