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TALENTO

Não à toa que o executivo bicolor, André Alves, que está em BSB, apresentando os projetos do Paysandu, após conquistar Certidões Negativas de Débitos, repetiu várias vezes a expressão “A bola não entra por acaso”, no DEDO DE PROSA, da DALEPIX, da Radio e TV Marajoara e condomínios digitais do grupo Marajoara de Comunicação.
Em todas as atividades humanas o talento está em jogo.
Com certeza, André se inspirou no Ferran Soriano, ex-vice-presidente do Barcelona e CEO do Manchester City, que em sua obra A BOLA NÃO ENTRA POR ACASO, no excerto sobre talento diz: “O talento é o fator mais determinante…Para os jogadores de futebol, o talento vem definido por seu domínio da técnica individual, por sua capacidade física ou pela capacidade de contribuir com o jogo coletivo… As empresas brigam por contratar executivos com mais talentos…”.
Diretoria bicolor foi buscar em São Paulo o CEO André Alves para transformar o “Paysandu numa SAF interna”, planejamento engendrado dentro dos limites financeiros do clube, daí o presidente ter anunciado no início do ano que o Paysandu lidaria com orçamento de R$ 70 mi este ano. “E do próximo ano já está sendo elaborado”, sacramentou André.
“Entre 300 e 400 milhões de reais, em sua estrutura concreta, é valor do Paysandu, e o seu débito é de R$ 22 mi”, pontuou o CEO bicolor, que os projetos apresentados à CBC – Confederação Brasileiras de Clubes – e Ministério dos Esportes têm a finalidade de alavancar recursos financeiros para as divisões de base e construção do CT, em Águas Lindas.
E já que o tema é talento, não vi no time do Remo, que venceu de 1 a 0 o Ypiranga-RS, evolução técnica e tática.
Jogou o primeiro tempo porque o meio-campo do time gaúcho foi preguiçoso, não incomodou e o ataque não existiu.
Matheus Anderson teve em seus pés a chance de empatar e chutou por sobre o arco do goleiro azulino, e a outra em chute de bola parada. Só! Somente só!
Com a entrada de Reifit, no segundo tempo, time gaúcho teve lampejos de ofensividades.
Remo depende da visão de jogo de Jaderson, que no segundo tempo cansa.
Time azulino não tem jogada trabalhada ou ensaiada e fica a depender da força de vontade de cada jogador.
Com este time, ganhando uma perdendo outra, o Remo lutará para permanecer na C.
Alguns “Cardeais” azulinos já sopraram aos ouvidos de Ubirajara Salgado: “Com este time o Remo não sobe e o mal do Tonhão foi dá ao executivo Papellin superpoderes no Baenão”.
A ordem do futebol mudou: os bons jogadores que estão nos clubes das regiões Sul e Sudeste não querem vir pra Belém a não ser os que estão em fim de carreira.
E o Papellin sabe que há “cardeais” azulinos não tolerando sua liderança no Baenão.
“A economia, o futebol e a vida têm ciclos”, e a vida depende de muita coragem, determinação, ousadia, e somente os inteligentes vencem.
É o que há!
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