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“SÓ NÃO TEM NOME”

Presidente Maurício Ettinger não atende.
Roger Aguilera emudeceu.
Fred Cabral não responde meus chamados.
Dr. Márcio Tuma comeu abiu diante de minha indagação.
Então, como minha fonte sempre me deu “água cristalina”, o prego está batido e a ponta virada: “Só não tem nome, Zeca, mas a chapa para concorrer a eleição no final do ano no Paysandu é: Roger Aguilera (presidente); Fred Cabral e Márcio Tuma (vice-presidentes). Imbatível!”, sacramentou.
Pelo tom conciliador da família Aguilera, que nunca se manifestou contra ninguém dentro do Clube, penso que Roger Aguilera, que obteve a unanimidade do CONDEL em votação para benemérito, recentemente, tem a responsabilidade de unir o Paysandu, como fez Ricardo Rezende, em 1998, que foi o presidente da junta governativa: PSC campeão invicto, tendo no “Popó” a figura expressiva da moral bicolor.
Em 2006, que o presidente Miguel Pinho e o vice Leonam Cruz (este teve que deixar o Clube para assumir trono no desembargo estadual), o CONDEL teve a figura do “1º ministro” (Ricardo Rezende) no dizer do “Homem do Sapato Branco”, voltou a brilhar nos campos paraenses: bicampeão paraense, contando com ajuda de muitos endinheirados, que confiavam na honestidade de Ricardo Rezende e no homem de palavra que era Miguel Alexandre Pinho.
Roger, Fred e Márcio são excelentes nos seus “ofícios” e conhecem a instituição por estarem ao lado do presidente Maurício Ettinger.
É o que há!
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