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OS CONTRAPONTOS

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Antes de me preocupar com que as pessoas pensam de mim, preocupo-me comigo mesmo, com o que posso fazer de melhor no jornalismo esportivo desta terra, que me deu régua e compasso. Não sou o dono da verdade!

Não, meu nome não é José Maria Trindade Pereira. Eu sou o “Zeca Diabo”. Eu sou o “Zeca”. Eu sou o “Tudão”. Eu sou o “gostosinho”. Eu sou um velho velhaco. Sou velho “mucurento”. Não quero ser “papagaião”.

Peraí! Esqueça quem eu sou! Não pedi. Disseram-me quem sou eu: “Você é inteligente, e sabe que, no fundo, você é muito mais profissional. Você é um excelente profissional brasileiro, porque com a idade que você tem é difícil até novo fazer o que você faz no rádio. Você é excelente. Você é cirúrgico no Rádio”. Tem nome e endereço quem me mandou este surpreendente presente. O melhor presente é aquele que pega a gente de surpresa. Este texto é melhor que qualquer “Bola de Ouro”, “Oscar”. Francamente, estou com a “síndrome de porco espinho”. “Obrigadinho, Gostosinho”. Serei modesto…

Da Suíça recebo mensagem, via “uatizap”: “Estou em Zurique te ouvindo e descordo de você em defender empresários que não levam jogadores para Belém, porque os dirigentes não pagam os percentuais desses profissionais. Eu sou empresário, José Maria, mas os clubes se tornaram reféns desses homens. Quem oferece mais, leva”, opinião do empresário brasileiro Leandro Rodrigues, que vive entre Europa e mundo árabe.

“Ou eu me reinvento, ou paro”, disse, em entrevista, após ser nocauteado por Poatan, Jiri Prochazka. Tenho que me reinventar. Gabriel e Nelson se reinventaram como repórteres.

Gabriel Freitas segurou a “bomba” e o Nelson Torres detonou o artefato domingo, no DEDO DE PROSA, sobre a condição de Ribamar receber 65 mil reais de salário e repassar 25 mil para alguém de dentro do Clube.

“Zeca, não espera por palavra oficial da diretoria remista sobre o assunto “Ribamar”, porque há entendimento que o jogador pode fazer o que quiser com o seu salário. É problema dele”, disse-me alta potestade leonina.

Pensei! Está corretíssima a diretoria remista. Da mesada que repasso, mensalmente, para a minha “sementinha”, ela leva 10% à igreja onde congrega. O dinheiro é dela. Eu sou arreligioso.

É o que há!

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