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“ALZHEIMER?”

O futebol brasileiro regrediu muito em todos os aspectos.
O apito é uma lástima.
O VAR não deu jeito nas cabeças maldosas.
Yuri Elino, 32 anos, formado em educação física, no jogo Paysandu 1 a 0 Ponte Preta, na Curuzu, me fez pensar que, além de “rabo de cabra”, sofre do “mal de Alzheimer”, porque depois de 13 minutos que deu o segundo amarelo para o lateral-esquerdo Zé Mário, da “macaca” paulista, é chamado pelo “varista” carioca Rodrigo Carvalhais e vê que o primeiro cartão foi por falta cometida sobre Jean Dias (carrinho com o pé empinado) e, em seguida, por reclamação, aplica o segundo para Zé Mário, que continua em campo.
E se faz gol? E se o técnico Nelsinho Batista faz a troca de Zé Mário por outro jogador?
13 minutos em campo foi o tempo que o lateral pontepretano ficou em campo com dois cartões amarelos.
Burrice? Esquecimento? Por pouco o Paysandu não foi prejudicado.
Atacante Dodô desce para ser o lateral-esquerdo improvisado.
Por 13 minutos, time de Nelsinho Batista não permitiu que o time de Hélio dos Anjos saísse da sua defesa tocando a bola. Marcação alta.
Após o cartão pra Zé Mário, Paysandu toma conta do jogo, e Cazares tocando bem na bola é o senhor do meio-campo.
Os dois volantes – João Vieira e Val Soares – apresentam-se para o jogo, chutando de fora da área.
Gol bicolor iniciou-se com passe de Cazares para Paulinho Boia que chutou de fora da área e fez 1 a 0 Papão, aos 37’.
Ponte Preta não ameaçou, no segundo tempo, pois perdeu a mão do jogo, e o Papão dominou, finalizou sem acertar a pontaria, e teve 13 escanteios a favor sem nenhum contra.
Wanderson cabeceou bola no travessão, e Nícolas perdeu gol de cara com o goleiro Pedro Rocha.
“Não duvidem desse grupo do Paysandu”, profetizou Hélio dos Anjos, quando o time estava todo melado de “graxa”.
É o que há!
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