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EMOCIONAL, MAIOR ADVERSÁRIO LEONINO

Desde os 42’ do 1º tempo, quando Mateus Santos recebeu o vermelho, por tranco em Kelvin, o jogo CR 2 a 1 no CSA se desenvolveu de 11 contra 10, mas não houve diferença, porque o Remo toma um gol e se “borra” todo.
É o psicológico abalado de um time que não é ruim, mas que sofre porque não tem um psicólogo que trate do mal do elenco: o emocional.
CSA recuado. Remo em cima, mas atuando pelo lado direito com Diogo Batista, Kelvin e Jaderson cruzando para área do azulão alagoano que tem ótimos zagueiros: Matheus Mega e Matheus Santos.
Pavani anulado por Buga. Remo não infiltra pelo meio, e as bolas são chutadas de fora da área ou cruzadas para área adversária.
1 a 0 CR nasceu de cobrança de escanteio, e o cabeceio de Ligger, aos 31 minutos.
De novo Ligger voltou a marcar, aos 45, mas antes cometeu falta no zagueiro, e o árbitro catarinense Júlio Cesar anulou a jogada.
Com a expulsão de Matheus Santos, técnico Higo Magalhães recompõe a zaga, tirando Brayann entrando com Matheus Buati.
Com menos um, CSA volta pra campo, no segundo tempo com duas linhas de 4 e apenas com Thiago Marques na frente.
Por falhas dos 3 zagueiros azulinos, Rafinha avança pela direita e cruza para Thiago Marques se antecipar aos zagueiros e cabecear, empatando o jogo em 1 a 1, aos 4’.
Rodrigo Santana troca a linha de atacantes: Kelvin, Ytalo e Cachoeira são substituídos por Pedro Vitor, Ribamar e Rodrigo Alves.
Calebe Costa e Robinho, que entraram nos postos de Nicolas e Lucas Marques deram nova dinâmica ao jogo do azulão alagoano, mesmo com dez.
Jogando com um a mais, Remo se abala, erra passes. CSA equilibra a partida, e por pouco Tiago Marques não vira o jogo, aos 16’.
Ao receber na frente, Pedro Vitor mete a bola por sobre o arco do goleiro Yuri.
Ousadia do técnico azulino: tira os dois zagueiros e mete mais dois atacantes: Marco Antônio e Matheus Anjos.
Aos 41 minutos, Marco Antônio se assusta e cabeceia pra fora, quando tinha o arco escancarado.
Finalmente, o dia chegou da ascensão de quem é espraguejado pela torcida azulina: aos 43’, a bola é cruzada por Pedro Vitor, da esquerda para a direita, com a bola sendo aparada e disparada pela cabeça certeira de Ribamar, que de peixinho, reascendeu as esperanças do CR ao chegar aos 19 pontos e ficar na cola dos 8. 2 a 1 CR: sofrido, porque o emocional do time remista está por merecer atenção.
Comenta, “Papagaião”?
É o que há!
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