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JOGANDO LIMPO

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“Todo mundo sabe que eu o indiquei a primeira vez para o Paysandu; eu o indiquei para o Náutico, e coincidentemente viemos trabalhar juntos aqui; não é simples a convivência, nunca é simples em qualquer situação profissional, não tenho nada contra, tenho meu pensamento sobre algumas coisas, mas tudo faz parte do contexto”, resposta do técnico Hélio dos Anjos para a minha pergunta: “Como é sua relação com o executivo Ari Barros, na Curuzu?”.

Interpretando o contexto do texto, Hélio faz uso de um adverbio de tempo – “coincidentemente” –, e os advérbios temporais significam “modo”, “maneira”, portanto, causa, consequência. Hélio e Ari juntos, no Paysandu, foi por acaso.

O que não é fácil, acessível para duas pessoas, é a interpretação para “Não é simples a convivência”.

As desconfianças de Hélio sobre o caráter do Ari vêm desde quando os dois trabalharam no Náutico, em 2022, que o Ari teria “orquestrado” a queda do Hélio, colocando a torcida contra o técnico e o seu filho, Guilherme dos Anjos, que foi mandado embora.

Após dez dias, foi a vez do pai deixar o Timbu, mas, sem antes, ir à justiça do trabalho, e ganhou não sei quantos milhões.

No PSC, uma fonte me diz: “Diferente da situação do Náutico, na Curuzu, o Hélio tem a torcida e alguns setores da imprensa, enquanto que o Ari conta com apoio da diretoria e de todos àqueles que o Hélio os chama de “traíras”.

A verdade nua e crua: permanência de Hélio e sua comissão técnica na Curuzu depende de vitórias em campo, começando a partir do jogo desta segunda-feira, 5, contra o Vila Nova.

Resta saber se o “traíra” Ari Barros torcerá pelo sucesso do Papão em campo ao comando de Hélio dos Anjos?

Vencer com deslealdade nunca foi – e nem será – vitória; a amizade entre Hélio e Ari terminou, sim, com ressentimentos, e isso é prejudicial ao PSC.

À diretoria bicolor: no Paysandu não há lugar para a vilania e a mesquinhez de quem é useiro e vezeiro em apunhalar pessoas pelas costas.

Estou jogando limpo, mostrando aos que me dão “moral”, a verdade sobre os fatos intramuros da Curuzu.

É o que há!

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