Uncategorized
A LISTA

“A Lista de Schindler significou a salvação para muitos Judeus”, na Alemanha nazista, no período da segunda grande guerra mundial.
A linda história humanitária do empresário alemão Oskar Schindler inspirou o cineasta Steven Spielberg transformar em filme, que eu assisti em 1995, no Cine Olympia, em Belém.
A Lista, letra e música de Oswaldo Montenegro, versa sobre amigos: “Faça uma lista de grandes amigos/ Quem você mais via há dez anos atrás/Quantos você ainda vê todo dia…”.
Diferente da Lista de Schindler e à do letrista, a “Lista do Hélio dos Anjos” não existe, enquanto dele – do Hélio -, mas há “A Lista Apócrifa”, que foi engendrada dentro da Curuzu e de lá “coronavirou” em grupos de “uatizaps”, e que chegou ao meu “amante”, não acreditei por intuir que se tratava de “armação” para desestabilizar o técnico Hélio dos Anjos.
Cruzei-me com o “Intensidade”, e ao ser inquirido sobre “A Lista”, revelou a este velho jornalista que se “tivesse que pedir a saída de 8 funcionários, seria preferível que ele fosse embora”. Não negou que é exigente como técnico, porque visa o melhor para o Paysandu.
Não é de hoje que se diz à boca miúda que há uma “força estranha” no estádio bicolor e que alguns técnicos denunciaram, mas ficou o dito pelo não dito.
Mazolla foi demitido do Paysandu, em 2014, por conta do disse-me-disse, inclusive com o técnico denunciando “olhar maldoso” no vestiário.
Em 2019 foi a vez de João Brigatti ser dispensado, também, por fofoca partindo de gente maliciosa.
Num grupo de pessoas há monstros de muitas cabeças, olhos para às malícias e línguas para as calúnias, então, a diretoria bicolor, que silenciou, deve prevenir a remediar, e ficar atenta a insolência vulgar de um ou mais monstros que há no “Vovô da Cidade”.
Aos que me cobram a origem da “lista”, infelizmente, não tenho olhar de lince e o poder da ubiquidade, mas em mim há estímulo para decifrar este enigma que há na Curuzu.
É o que há!
![]()
