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E AÍ?
Com o empate em 1 a 1 entre Figueirense e São José, Remo só depende de si: vencer o São José pra continuar na C do Brasileiro.
Força Leão!
O problema do CR são os “inimigos ocultos” que deverão atuar nos bastidores do jogo de vida ou morte para o Leão Azul.
MATOU A COBRA…
Rafael Levy, presidente do CR, campeão brasileiro em 2005, da C, participou do DEDO DE PROSA DALEPIX e se emocionou ao fazer revelação de como encontrou o Remo financeiramente, e a ajuda dos “baludos” Carlos Rebelo (40 mil reais) e Zeca Pirão (10 mil reais) para ratear entre os jogadores.
A “pacoteira” chegou no Rio Grande do Sul em vários bolsos, mas antes de entregar aos jogadores, Rafael Levy, no hotel, reuniu jogadores e Roberval Davino (técnico do time) para “agradecer e não para pedir”, Davino complementou: “Estão liberados, e vamos pra campo”.
“Para treinar o CR tem que conhecer e entender a grandeza do Clube. Não precisamos de treinador que venha só trazer jogadores”, pontuou Levy.
Relatou a importância do governador Simão Jatene, que liberou 250 mil reais que serviram para comprar ingressos e distribuir entre funcionários do Estado.
Com Mangueirão lotado, em 4 jogos, Guilherme Tadeu, da Rádio Liberal, o convida para ser entrevistado em programa de sábado, à tarde, e em dado momento o cerebral Guilherme Tadeu diz que às presenças maciças do torcedor azulino, no Mangueirão, era um “Fenômeno Azul”.
Após uma semana, presidente Levy manda confeccionar camisas azulinas com a expressão FENÔMENO AZUL, que a imprensa popularizou, e que, infelizmente, o repórter Paulo Caxiado, cinicamente, tenta enganar os seus ouvintes como sendo o dono da expressão. Não tem talento pra tal. É pacóvio! Esperar o quê de quem amava o Paysandu e hoje chora pelo Remo?
WHAT’S UP, HÉLIO?
Ei, técnico Hélio dos Anjos, o que está acontecendo com o time do Paysandu?
Deixar no banco Edílson e entrar com Léo Pereira, não é incoerência?
Estou tentando entender porquê Elis Garcia fica no banco.
Ando “chapado” com o Juninho, com o seu futebol dinâmico, fora do time.
E grito o mais alto possível como Val Soares joga no time bicolor. Erra passes. Não defende. Não constrói.
Não é meu dinheiro, mas respiro fundo, francamente, em ver Robinho ser jogador de bola parada. Quem “rouba” quem?
Paysandu empatou em 1 a 1 com o Botafogo-SP, que apresentou, em campo, um amontoado de jogadores, mas que no segundo tempo enquadrou o time bicolor, com menos um (Wanderson foi expulso), e o Papão resistiu e somou um pontinho.
P.S: Neste texto, usei versos da música What’s Up (E aí?), perfeitamente, pertinentes ao momento pelo qual passa o time bicolor ao comando de Hélio dos Anjos.
É o que há!
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