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FUJA, PRESIDENTE, DE PESSOA NEGATIVA!

Por ter visto um Londrina espaçoso, no jogo contra o Remo, no Mangueirão, e por isso os 3 a 0, tenho sido acusado de “mucurento secador”.
Time de Rodrigo Santana foi eficiente no técnico, tático, físico e emocional durante todo tempo que a bola rolou.
Inegável que time azulino foi talentoso nos quatro pilares que sustentam uma partida de futebol, mas o adversário não teve meio-campo marcador e o do Remo jogou leve, solto e sereno.
Do meio-campo pra frente, Londrina não jogou. Deu espaço para o Remo fluir com naturalidade.
Nada que possa desmerecer a aplicação dos comandados de Rodrigo Santana, que foi cirúrgico em desferir o “veneno”, com Sávio sendo o terceiro zagueiro, tendo liberdade para saí jogando e triangulando com Raimar e jaderson pelo lado direito da defesa londrinense. O Remo jogou coletivamente. A técnica individual funcionou, porque não houve marcação.
O jogo mais importante da temporada para o Leão Azul, contra o São José, em Porto Alegre, dependendo unicamente de si, jogadores terão que ter compromisso profissional, vontade, esquecer do campo imprestável (sintético), que a “pacoteira” invisível não abalará o esforço de cada um leonino.
O “Zequinha”, contra o Remo, jogará o que não jogou durante a competição, por ser questão de honra para o dono do clube, o “baludo” Francisco Novelletto, que sustenta o time como formador de atletas, não lhe interessando títulos, mas, fazer dinheiro.
Por ser um homem de múltiplas atividades – negócios, futebol e política partidária –, Novelletto, nos meios esportivos, é conhecido por ser hábil nos bastidores e está marcado na terra gaúcha pela expressão: “Não tem que saber falar; tem que saber fazer”.
A delegação azulina deixará Belém na quinta-feira, 22, à tarde, e, segundo fui informado, o dono do trono, Antônio Carlos Teixeira, chefiará a delegação, e, neste momento, fuja, presidente, de pessoas negativas, estigmatizadas pela praga da corrupção, que por onde passou foi estorvo, não ganhou nada. Fuja, presidente, de quem vai de encontro ao seu caráter nobre.
Por invejar o cinismo do corrupto, eu sou um desprezível.
É o que há!
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