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O BURACO É MAIS EMBAIXO

Guilherme dos Anjos é mil anos.
Ele desarmou repórter que estava com pergunta “apimentada” (se é que havia) na ponta da língua sobre o time bicolor, que perdeu de 1 a 0 para o Avaí, na Ressacada.
No jovem técnico não há o rebuscamento das palavras, os “efeitos dramáticos” das expressões comumente usadas por técnicos inteligentes que confundem as cabeças dos “papagaios” ou dos “paus-de-sebo”, no dizer de Wanderley Luxemburgo.
“Não fizemos nada, nada, nada! O time foi irreconhecível! Inconsistência de jogo coletivo e técnico! Temos que refletir mudanças de comportamento e de personalidade”, simples e objetivo o Guilherme dos Anjos, filho do técnico Hélio do Anjos, que cumpriu suspensão automática.
Aliás, o estado anímico do time bicolor passa pelo comportamento do “professor” à beira do gramado, porque os “exemplos arrastam”.
Animicamente, o Paysandu deixou de agir, de querer jogar, de ser consistente na busca pelo gol, daí o apelido de “Intensidade”, que o repórter Carlos Magno o denominou o técnico bicolor, que, sem sombra de dúvida, conhece todos os caminhos de uma partida de futebol.
Dificilmente, um técnico fala do seu elenco de forma individual, preferindo o coletivo, a partir do momento que ele assume responsabilidade e é o que a dupla – pai e filho – sabe fazer.
No atual elenco bicolor há quem esteja “roubando” como Robinho, que entra em campo para cobrar falta ou escanteio. É menos um.
Goleiro Diogo Silva vem falhando em jogadas que sai destrambelhado.
Michel Macedo é lateral-direito “rabo de cabra”.
Val Soares é “servo inútil”.
Mandar Hélio e comissão técnica embora, penso, que o buraco é mais embaixo, todavia, a diretoria deve colocar o dedo no suspiro e detectar o que há com o time bicolor.
Dispensar o “Intensidade”, agora, não passa pela cabeça do presidente Maurício Ettinger, mesmo porque não tem no mercado “professor” livre a nível de Hélio dos Anjos. (Foto: Google)
É o que há!
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