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ARRUMADINHOS

A tecnologia VAR, no Brasil, é de competência da Hawk-Eye, a mesma que trabalha para a Fifa e Uefa.
Desde 2017, no campeonato pernambucano, que a tecnologia está nos estádios brasileiros, e, em Belém, o “varista” foi utilizado pela primeira vez no jogo PSC x Internacional, 29.05.2019, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, no Mangueirão.
De origem inglesa, a Hawk-Eye está na Copa do Mundo, Champions League e Campeonato Brasileiro das séries A e B, mas no Brasil a empresa terceiriza, em cada estado, os serviços da tecnologia VAR.
Sobre o que aconteceu no jogo PSC 0 x 0 Mirassol da última segunda-feira, 26, na Curuzu, consultei experiente árbitro Fifa, que apita em todo o Brasil e me foi categórico em afirmar: “Zé, os campos de CR e PSC são pequenos, porém bem arrumadinhos, o Mangueirão é o melhor, mas o problema do VAR, no Brasil, é tecnológico, e tenho plena certeza que neste jogo do Paysandu com o Mirassol os árbitros de VAR e o central viveram dramas de tecnologia, e que o árbitro não pode falar nada, e quando a CBF não divulga o diálogo é porque não houve áudio, e o time quando prejudicado se dirigi ao Conselho Corregedor da CBF”, pontuou pedindo exclusão nominal.
Então, tá legal!
É o que há!
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