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“URUBUZADA”

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A urubuzada quer a tripa do Hélio dos Anjos.

Às “vespas” das redes sociais estão zuando querendo picar o técnico bicolor por ele ser birrento.

“Tu és fã do Hélio dos Anjos!”. “Tu és velho demagogo!”. “Leva o Hélio pra tua casa!”, são expressões que ouço e que me mandam pelos condomínios digitais da Rádio Marajoara, onde apresento o Marajoara News, de segunda a sexta-feira, das 9 às 11h, aliás com a maior “naba” enfiada nos meninos do Guilherme Guerreiro e do “Tânia Pimbinha”, segundo a última pesquisa Kantar IBOPE Média, 68,30%.

Não sou fá do Hélio dos Anjos e de ninguém, e por isso não sou seguidor em redes sociais. Sou simpatizante do maior subversivo da história da humanidade, Jesus Cristo, e na terra, dos meus pais, que me deram educação espartana, e de alguns gênios como Gutenberg, Lutero, Confúcio, Sócrates, Buda, Pelé, Beatles, Bob Dylan e por vai…

Desde 1979, quando aqui cheguei, Deus tem sido generoso comigo por ter me colocado à frente de técnicos de futebol, que passaram por Tuna, Remo e Paysandu que me permitiram que eu lhes indagasse minhas inquietações – Paulo Amaral, César Moraes, Paulo Mendes, Givanildo Oliveira, Carlinho, Márcio Fernandes, Hélio dos Anjos e o do Remo, Rodrigo Santana – e não me deram “caras tortas” ou franziram o cenho pro meu lado.

Caráter, bondade, unidade e verdade são características que vejo em Hélio dos Anjos e também no jovem “professor” Rodrigo Santana, que não são entregadores de camisas, são, verdadeiramente, técnicos “ascensoristas” pelos caminhos que conhecem de uma partida de futebol.

Não estou iludido com Hélio dos Anjos, mesmo reconhecendo que ele é implicante em se tratando da escalação de alguns jogadores que não têm sua preferência.

Não há natureza humana perfeita, porque às vezes a inteligência é interpretada como bravata, pavulagem, muitos pensam assim do Hélio dos Anjos, mas há em mim a convicção de que ele quer o melhor para o time bicolor.

Assim como Platão considerava Aristóteles toda a sua escola, a escola de Hélio é o seu saber, o seu conhecimento, a sua história no futebol brasileiro e a sua comissão técnica.

E, lendo os grandes sábios da humanidade, aprendi que “pra ser respeitado não é preciso ser amado demais”.

O que a vida me pede é coragem, e tenho pra apontar que o Paysandu do Hélio permanecerá na B, e o Remo de Rodrigo Santa deixa a C, e para o Frede Carvalho, o Leão Azul será campeão brasileiro, pelos caminhos que o destino está traçando pro Filho da Glória e do Triunfo.

É o que há!

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