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O SÚBITO ENCONTRO
Verdadeiramente, no caminho do jornalismo há vários obstáculos.
Há espinhos e pedras e é preciso ter coragem, audácia, ser estratégico para encará-los.
Para um velho de 74 anos de idade não é fácil, de madrugada, meter o peito no tirirical, mas vou em busca da verdade.
Infelizmente, há quem me veja como “baba-ovo”, “bactéria” que tenho nojo, por ser verdadeiro diante do técnico Hélio dos Anjos, por ser profissional mil anos, preparei-me para encará-lo às primeiras horas de terça-feira, 3, no saguão do aeroporto de Belém.
Hélio não me passa imagem falsa e por vê-lo assim há quem fique inconformado com a nossa substância, que é de olhar um para o outro, perguntar e responder com dignidade.
A reputação do técnico Hélio dos Anjos está assentada sobre aplicação profissional e verdades absolutas, e assim foi meu encontro com o vitorioso técnico bicolor.
Sustentação e intensidade; indisciplina de Elis Garcia; pelo que fez, Juninho titular na vaga de Casarez; João Vieira e Matheus Trindade os protetores da linha de zagueiros, e por que da intensidade do time se há 8 jogos não vence, foram temas abordados com Hélio e ele respondeu sem fantasia frasal.
Desgraçada é a superioridade que não tem base substantiva, e ao Hélio, que mandou o motorista do ônibus esperá-lo para me conceder entrevista; “Mamute”, o chefe da segurança, pela paciência, e ao jornalista do clube, o Toti, que não me pressionou diante do horário avançado, meu “obrigadinho”, e que o Paysandu continue sendo o clube de primeira grandeza na Amazônia.
É o que há!
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