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DIALOGANDO COM O CONTRADITÓRIO

Às vezes a minha opinião parece absurda pra ser verdade.
Comportamento pode parecer inadequado, mas é pra assustar, mesmo, pra pensar e não “achar”.
Ah, tá! Este tema não faz sentido. Ele é um velho doido. Não estou aí para o que você projeta de mim. O que me importa é não ser “papagaião” que, cinicamente, copia os outros.
A indagação é profunda, pois mexeu com os “antigamente” (“Cuidado com o meu repente); psicologicamente, o “eu”, e a arte, que imita a vida ou vice-versa.
“A quem você daria uma cadeirada”, enquete do programa Marajoara News, apresentado por este velho jornalista, na Rádio Marajoara, sobrou pra mim.
Em duas horas do pequeno “Short Show”, a audiência entrou em ebulição: sobrou pra corruptos, ladinos, políticos mentirosos, para o atacante Ribamar, para prefeitos que desviam dinheiro do transporte escolar e da merenda escolar.
“Quem merece uma cadeirada és tu, Zeca”, bradou no ar o ouvinte Jonas Cardoso, que, fora do ar me disse: “Tu forças a gente te ouvir. E esses teus cerebrais são geniais”.
Alessandro Mourão, de Brasília, sinaliza: “Égua, Zé! Você e teus cerebrais fazem a gente entrar numa outra realidade, pensar e poder dialogar com o contraditório. Parabéns!”.
Eliércio Santino, Dr. Rui Mendonça, meus gostosinhos e gostosinhas, o sentido da relação social é o diálogo. Valeu a pena a nossa conversa.
Durante 2h, falei, falaram; escutei, escutaram e sem escolher cara e medo de quem pensa diferente do meu pensamento.
Não desistirei nunca de temas difíceis, pois a sociedade precisa de gente que tenha coragem pra revelar, com altivez, quem merece “cadeiradas”.
É o que há!
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