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74 E AINDA NÃO VI TUDO

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“Obrigadinho”, aos que me felicitaram pelos 74 anos de vida.

E nos últimos 365 dias descobri que não quero ter razão, quero ser feliz, e sou do jeito que sou, sem me importar do que pensam de mim.

Amanheci acariciando meu velho lado esquerdo do peito onde está meu coração por ter bombeado 343 litros de sangue, por hora; 8.232 litros de sangue por dia (24h), e 3 milhões de litros de sangue por ano (365 dias) para oxigenar os 10 trilhões de células do meu velho corpo, que grande parte já morreu, e, por assim dizer, vejo minha senilidade nas peles dos meus braços.

Sou velho e gosto de pronunciar a palavra “velho” porque quando me chamo de velho, estou me amando, diferente da grande maioria dos brasileiros setentões que têm raiva da palavra “velho”.

É o milagre da vida! É o mistério do tempo!

Intuo que o pensar nos faz diferente dos outros animais que há na terra.

Então, neste espicha e encolhe desgraçado, vivo com coragem, parodiando o monumental Guimarães Rosa, porque o que “a vida quer da gente é coragem”. Deus também!

Além de alisar meu coração, pensei na sabedoria de Salomão, na força de Sansão, na fé de Abraão, na intrepidez, no amor, na estratégia, na visão de Davi, a paciência de Jó, a determinação de Daniel, as dignidades de Noé, Jó e Daniel, no cajado de Moisés, a baladeira do Davi, na “imodéstia absoluta de Pelé”, na mão certeira de Michael Jordan, no soco de Mohammed Ali, na velocidade de Usain Bolt, nas braçadas de Phelpes, na determinação de Jessie Owens, na raquete de Rogerer Federer, no pincel de Picasso, na caneta de Fernando Pessoa, na inteligência de Albert Einstein, na pedagogia do maior subversivo da história da humanidade, Jesus Cristo, e, por último, no sofrimento oculto do Walter Lima, patrono do Amazônia Independente Futebol Clube.

“Saímos, hoje, pro Pedreira. Foi atingido o objetivo, desde o início, objetivo de um agregado de pessoas, que se tornam manipuladoras de certa forma, e desde o início a intensão era tirar o Amazônia. O Amazônia saiu depois de perder para o Pedreira em pênaltis, e o meu time sem nenhuma irregularidade teve que voltar pra jogar com o Pedreira, que tinha 18 jogadores irregulares, mas o presidente da Federação, Ricardo, não achava, queria o Pedreira, o jurídico da Federação, o André, não queria, ele queria o Pedreira, brigaram, lutaram e chegaram ao ponto de irem no Rio de Janeiro desfazer o imbróglio que foi criado pelo próprio departamento jurídico, que criou uma situação, depois tentou desfazer aquilo, e deu no que deu agora. Não tem problema. É isso que vocês queriam? Taí, presidente, Ricardo! Foi o seu Pedreira que ficou. Aí nos olhos de vocês, do Del. Tudo vocês fizeram pra que ocorresse isso. Não tem problema. Continuem fazendo futebol do jeito que vocês acham que tem que ser. O futebol nosso está no topo, agora: “O futebol paraense na crescente”. Muito bem! Crescente muito grande. Continuem com o futebol de vocês, parabéns, acabou o entrave, a B1 vai ser jogada, com àqueles que tiveram méritos de subir pra B1. ‘Eu como tinha 18 jogadores irregulares’(ironia), saí, continuem com o futebol de vocês. Parabéns. Vai ficar lindo e maravilhoso, porque era aquilo que vocês queriam. Parabéns. Volto pra minha casinha que estou cinco meses longe que só serviu pra me desgastar diante das atitudes inconvenientes. Fiquem com Deus! Abracem os filhos de vocês e façam eles dizerem: “Papai, você é meu orgulho!” Façam isso! Ensinem eles dizerem isso: “Papai, você é meu herói, meu orgulho!!!”.

Waltinho, faça um triunfo desta derrota, porque você está voltando de cabeça empinada pra sua terra, onde ninguém lhe chamará de ladrão, corrupto, porque um é andarilho, dois são parceiros e 3 ou 4 formam bando ou quadrilha.

Os verdadeiros desportistas se envergonham de quem nem o governador Helder Barbalho o quis como assessor especial, sendo nomeado num dia e no outro desnomeado, e o parceiro arrombou os cofres da Prefeitura de Belém e permanece no trono porque a autoridade judicial se envergonhou da própria decisão.

Entro em contato com o Diretor de Competições da Federação Paraense de Futebol (FPF), Del Filho, que diz: “Ele está de cabeça quente, logo vai mudar de opinião. Tivemos que cumprir decisão judicial do STJD”.

É o que há!

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