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APÁTRIDA

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O “serumano” José Maria Trindade Pereira nunca negou sua paixão pelas cores do PSC.

Ouso dizer que o Paysandu não ficará melado de “graxa”. Pode sentir o cheirinho, mas não se melará.

O jornalista esportivo, o blogueiro José Maria Trindade é apátrida. Este é a verdade dos fatos. Doa a quem doer.

Diferente de quem amava o PSC, anos anteriores, e hoje chora pelo Remo. Como, também, o “carabao”, que era apaixonado pelo Remo e hoje diz que ama o Paysandu. Tudo pelo dinheiro. Não honram às calças que vestem.

Quando surgiu o VAR – Vídeo Assistente Referee, árbitro assistente de vídeo -, em 2018, falei no microfone da Rádio Marajoara: “Não moralizará a arbitragem brasileira, porque o equipamento será manuseado por cabeças – a grande maioria – maldosas. Taí o resultado!

O árbitro brasileiro é “biqueiro”, não tendo nenhuma responsabilidade com o “patrão” (a CBF), a não ser com sua própria honra e, vez por outra, explicação à Comissão de Arbitragem.

Além do apitou “banhou”, o árbitro de futebol, no mundo, é o maior “ditador”, porque a regra 12 dentre às 17, que norteiam o futebol, é a mais interpretativa: cada um tem a interpretação que lhe passa à visão no momento do lance, e, às vezes, a visão é falsa.

VAR surgiu com a finalidade de corrigir “erro claro” ou “erro sério”, o que, no Brasil, nenhum e nem outro, posto que cada árbitro tem sua característica de apitar uma partida de futebol: há árbitros que deixam o jogo correr, não apitando qualquer escorão, outros truncam a partida, característica do Daronco     .

Aos poucos, na Europa, os “varistas estão desaparecendo, posto que na Suécia não mais há e na Inglaterra não mais haverá em 2025. Em vez de ajudar, os “varistas”, em muitos casos, atrapalham e deixam o torcedor revoltado.

O lance da falta de Bryan Borges sobre o atacante Rodrigo Rodrigues, do Operário-PR, vi penalidade, porque o zagueiro toca com o bico da chuteira no calcanhar direito do atacante. O árbitro não viu, mas o “varista” viu e sinalizou.

A regra é clara: imprudência, temerária, jogo brusco grave e uso de força excessiva. Bryan Borges fez uso do primeiro item. Penalidade máxima!

Meus gostosinhos leitores e leitoras! Volto ao segundo parágrafo. Se o Paysandu focar em jogar futebol não cairá pra C, porque os deuses do futebol estão, este ano, nos ajudando: já ajudou o CR. PSC passou 9 rodadas sem vencer e não se melou de “graxa” e há times piores que o do Paysandu.

Concordo que o PSC recorra à CBF, vá lá, e não espere pela FPF, porque esta não tem moral, aliás, o governador Helder Barbalho tem muito mais prestígio junto a Ednaldo Rodrigues.

É o que há!

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