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SEM “LADRÕES”, TIME BICOLOR CORRE E PÕE A BOLA NA GRAMA

Paysandu é o time das causas impossíveis (Eliércio Santino).
Paysandu não cai e teremos RE-PA na B, em 2025 (Prof. Cláudio Oliveira).
Horroroso o time do Coritiba.
Com Borasi aberto pela esquerda e Bryan Borges espetando a zaga do Coxa pelo meio, e Bóia, pela direita, Márcio Fernandes analisou time de Jorginho e aplicou o antídoto, prendendo os laterais do verdão curitibano.
No primeiro tempo, time bicolor se impôs, tendo posse de bola e de domínio dos setores e finalizando por 14 vezes, mas não acertou a pontaria.
Com 4 chutes a gol, Coxa contou com o talento de Lucas Ronier para furar a zaga bicolor e servir júnior Brumado, aos 25’ e abrir o marcador: 1 a 0 Coritiba.
Placar injusto. Coritiba realizou pouco, mas foi efetivo ao colocar a bola na grama e contar com as excelências de Ronier e Brumado.
Aos 46, o árbitro não viu, mas o VAR viu e desmarcou gol de Borasi por impedimento.
Nícolas não voltou para o segundo tempo. Este deve ser banco porque, como não joga nada, é menos um em campo, e Ruan Ribeiro se destaca ao entrar no segundo tempo.
Time de Marcio Fernandes prefere tocar a bola de pé em pé às bolas alçadas na zaga adversário.
Há mal que vem pra bem: Mateus Trindade de forma imprudente aplica “golpe voador” na cabeça do Mateus Frizo e recebe o vermelho direto, aos 9 minutos, mas o que se viu foi um Paysandu ousado e o time do Coritiba sem ânimo, dando campo ao Paysandu que toca a bola.
Sem passar da linha intermediária, Papão amassa adversário e num dos lances na área Figueiredo espicha o braço e a bola a toca: penalidade que o VAR viu e o árbitro marcou
João Vieira cobra empatando a partida: 1 a 1, aos 30 minutos.
Netinho substitui Robinho e toma conta do meio-campo; Jean Dias no de Paulinho Bóia, e Ruan Ribeiro no de Nícolas, e a bola não sai do campo coritibano.
Ruan Ribeiro avança pela esquerda e cruza rasteiro para a finalização perfeita de jean Dias: Papão 2 a 1, aos 44’, com menos um jogador e muita disposição pra chegar aos 40 pontos.
Borasi foi o mais ativo jogador em campo.
Sem os “ladrões” Casares e Yony Gonzales, time bicolor corre e tem ânimo, vontade de jogar.
É o que há!
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