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BORASI, O MAJESTÁTICO

Jogando o jogo e pensando positivamente, diferente do que imaginava o “carabao”, Márcio Fernandes arrumou direitinho o time bicolor e fez o que quis no “Majestoso”, ganhando de virada Ponte Preta: 2 a 1.
Borasi tem instinto, determinação, garra e sede de gol: foi o majestático ao fazer um gol e servir Esli Garcia para concluir a virada de 2 a 1 contra a Ponte Preta.
Ligado e conectado, time bicolor começou a partida explorando às laterais, com Borasi e Paulinho Bóia, e tendo o domínio do meio-campo, com a excelente visão coletiva de João Vieira.
Numa escapada pela direita, Luiz Felipe cruza e deixa atacante Gabriel de cara pro gol, forçando Matheus Nogueira a ótima defesa, aos 10’.
Aos 14, em jogada de Bóia, cruzando da direita para esquerda, Borasi chegou e Pedro Rocha fez “milagre”.
Time bicolor tinha posse de bola e domínio do espaço, mas numa esticada da direita através de Luiz Felipe, a zaga bicolor falhou e o zagueiro Matheus Silva cabeceou no contrapé de Matheus Nogueira e marcou Ponte Preta 1 a 0, aos 32’.
O multifuncional Borasi, que aparece em todos os caminhos da bola, desvia chute de Bryan Borges, aos 38, e empata a partida em 1 a 1.
Nenê Santana volta para o segundo tempo com 3 mudanças: Igor no posto de Luiz Felipe; Aquino no de Mateus, e Dodô no lugar de Iago.
Na lateral direita, Marcio volta com Kevyn no lugar de Edilson.
6 minutos: em arrancada de Borasi pela direita, Gabriel Risso para o atacante, atingindo o tornozelo direito, e o árbitro Rodrigo José Pereira mostra o vermelho.
Com dez em campo, Nenê tira o criador Elvis, o 10, para recompor a zaga com Heitor Roca.
Marcio quer vitória: tira Bóia e entra com Esli Garcia; Netinho entra e sai Robinho; Nícolas entra no lugar de Ruan Ribeiro, e Leandro Vilela substitui Luan Freitas.
De pé em pé, Paysandu era o dono do terreno e fez o que quis, com a galera entoando “olé”.
Com autoridade e sem sofrer ameaça, Papão se impôs e o instinto de gol de Borasi aflorou de forma majestática (jogava no Majestoso), com a bola dominada, deixou pelo caminho 3 jogadores, sofreu falta, tombou, mas não caiu, seguiu em frente e serviu na esquerda o Esli Garci, que se deslocou pro meio e chapou a bola no contrapé de Pedro Rocha: 2 a 1, aos 35 minutos.
Se Borasi foi o majestático, Márcio Fernandes foi o maestro ao arrumar a “orquestra” bicolor, dando resposta ao repórter “carabao”, revelando, covardemente, que o técnico “não escalaria o time bicolor”. Coisa de quem vive na Curuzu, pensando no outro lado. Aliás, é caráter de quem não tem dignidade pra revelar o seu amor.
Terá festa no Mangueirão contra o Vila Nova.
É o que há!
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