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MERCADO AGRESSIVO DA BOLA

Dia 19 de novembro estive na Casa do Futebol para ver e ouvir a primeira reunião do Conselho Arbitral do PARAZÃO/25.
Dia 3 de dezembro voltei ao local para acompanhar a segunda reunião que arquiteta o estadual do ano que vem.
Francamente, o encontro dos dirigentes (12) perdeu o encanto com as reuniões “híbridas” – presenciais e “online” (a maioria dos dirigentes disponíveis através do computador): as rodas, os acertos entre as “locomotivas” e as discussões se perderam no mundo da internet.
O mundo da bola é uma imensa plutocracia, e a FPF entrou nesta nova ordem: reservou 86 acomodações no Hotel Fazenda Traquateua, a 20 km de Bragança, para a realização do evento do Conselho Arbitral que dará o acabamento final no regulamento da competição e a tabela dos jogos do PARAZÃO para o próximo final de semana, com as presenças dos dirigentes dos 12 clubes e convidados. Não tem quarto disponível para quem tentou reserva nos últimos dias.
A FPF compra equipamento VAR LIGHT e realiza evento supimpa, em local bucólico da Amazônia paraense, mostrando que tem dinheiro; CR se lança no mercado agressivo do futebol brasileiro em busca de atletas que honrem às tradições do Filho da Glória e do Triunfo, porque a ordem é chegar à A, em 2025.
Esli Garcia, que vale 300 mil dólares (R$ 1,8 mi), por contrato de 3 anos, empresário do jogador, Alexandre Pássaro, foi sondado pelo executivo azulino, Sérgio Papellin, que me disse querer saber a verdadeira situação do atleta. “No momento, não dá para o Clube do Remo”, confirmou.
Eu, particularmente, acredito que o Remo esteja interessado no ex-bicolor, porque se não houvesse interesse não se “atrasaria” em saber como andam às negociações entre o empresário e o Paysandu.
Empresário Fred Carvalho afirma, com convicção, de que Esli Garcia não vestirá bicolor em 2025.
Sobre contratações de jogadores por CR e PSC, não sei fazer “profetada”, preferindo acompanhar as “adivinhações” dos que tudo sabem sobre o mercado agressivo da bola.
É o que há!
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