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ANSIEDADE

“Cérebro apodrecido” é a palavra do ano para a Universidade de Oxford.
Diz respeito a “deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente relacionado ao consumo excessivo de conteúdo online, considerado trivial ou pouco desafiador”.
No mundo das redes sociais não há pudor. O virtuosismo se perdeu na arrogância de querer aparecer a qualquer custo.
Para a OMS – Organização Mundial de Saúde – a palavra do ano, no Brasil, é: “ansiedade”.
“O Brasil é um país ansioso”, e assim sendo, doente.
Mas a minha ansiedade não é patológica, é “preocupação” com que está na minha cara: a violência assustadora, a corrupção endêmica e o poder dos “chefões”, nas periferias, com o “estado-narcotraficante” e o verdadeiro Estado impotente, e, no esporte, que é minha área, a CBF – Confederação Brasileira de Futebol – espremendo os estaduais, acabando com a “nhanha” dos campeões da Copa Verde e da do Nordeste entrarem na 3ª fase da Copa do Brasil.
E mais: a extinção da FUNTELPA – Fundação de Telecomunicações do Pará (Rádios, TV e portal Cultura) com os funcionários sendo redistribuídos para outros órgãos.
Cá com minha ignorância, procurei saber: “Racionamento de despesas e o controle eficiente das contas públicas”.
Diante desta “nova ordem”, no futebol, como os nossos dirigentes sobreviverão, contratando atletas de alto rendimentos para jogarem um PARAZÃO em campos enlameados? É difícil não ficar desconfiado!
Mesmo preocupado, continuo produzindo para viver, consumindo para não morrer, pensando, lendo, escrevendo e falando o que faz reforçar meu caráter jornalístico, sem temer monstro.
Menos preocupado, quando vejo uma imensa “catedral”, que será palco de eventos internacionais.
É o que há!
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