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VONTADE E CORAGEM

Vontade e coragem são irmãs gêmeas.
Não há coragem sem vontade e vice-versa.
Quando às duas se unem, o medo pega o beco.
Penso nos axiomas – vontade, coragem e medo -, porque tenho sustentado que Paysandu e Clube do Remo estão “agressivos” no mercado da bola, tentando trazer para seus elencos jogadores jovens e renomados.
Se darão resultados positivos, o tempo dirá. São outros quinhentos!
Neste ano, PSC entrou 61 vezes em campo; CR, 45. E a temporada que se avizinha será intensa, começando dia 12 de janeiro com o clássico PSC x TLB na decisão da Super Copa Grão Pará. Dia, 18, o PARAZÃO.
Alexandre, O Grande, venceu tudo como líder guerreiro, tornando-se dominador, e ao indagarem como ele conseguiu dominar o mundo, respondeu: “Não me atrasei!”.
Os executivos de PSC e CR – Felipe Albuquerque e Sérgio Papellin – trabalham em silêncio, mas são ativos e diligentes.
Na feira da 25, onde aos sábados tomo café e compro alimentos, deparo-me com promotores de justiça, empresários, advogados, ex-dirigentes e conselheiros bicolores e azulinos, e à boca miúda, mas unânimes, dizem que “2025 será um ano de uma nova ordem para às ‘locomotivas’”.
“A maior contratação do Tonhão foi o lobista André Alves, que aproveitando o cheiro de COP-30, fará do Remo uma grande potência”, soprou-me grande benemérito remista.
“Foi muita coragem do Tonhão em contratar o André, porque ele é caro, mas dará ao Remo o que todos nós queremos: chegar entre os vinte do Brasileirão 2026 com as parcerias que o André trará pra dentro do Baenão”, cochichou-me grande potestade leonina.
A determinação é a marca da família Aguilera, que se transforma em “Midas”, prosperando em tudo, criando riquezas nos negócios que lidera.
No papo, à beira de um tanque de caranguejo, ex-presidente alviceleste me diz: “Roger surpreenderá o mundo da bola no Pará. Os parceiros da família são pesos pesados afortunados. Zé, os bastidores de Paysandu e Remo são mamutes dos negócios e da política. Aguarda!”, revelou.
Dirigentes da bola têm que ter vontade e coragem, porque, tanto Roger como Antônio Carlos são honestos o bastante em suas atitudes, no entanto levará tempo para que as coisas se consumam. São sábios e prudentes.
É o que há!
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