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JESUS, REVOLUCIONÁRIO, O MELHOR PRESENTE

Natal, festa que está em mim.
Lembro dos meus natais, em Macapá, quando adolescente.
Como não pensar no menino Jesus?
Minha mãe, hiper-religiosa, dizia à farta prole, na noite de Natal, que o melhor presente era ter Jesus no coração, porque Ele nasceu pra nos salvar. Portanto, o nosso melhor presente. “Meus filhos, Jesus é um presente em nossas vidas!”.
“Sol de Justiça” é a semântica da palavra “Jesus”, consequentemente “fonte de luz”, de paz, de felicidade e de virtudes como a humildade, a mansidão, às pregações, às curas e os ensinamentos, os verbos de que Jesus fez sua pedagogia: pregar, curar e ensinar.
Velho, longe das minhas origens, penso no que mamão me dizia, e guardo algumas coisas como a fé que tenho em Jesus, mas como em mim houve uma espécie de metanoia, penso no Jesus revolucionário, o Criador, que criou muito caso com os poderosos da época.
A intolerância dos donos do trono que não acreditavam que Ele era o filho de Deus, e que combatia a todos com inteligência e um poder de verbalização invejável.
Antes de Jesus, houve João Batista, o batizador do rio Jordão, que pregava lições de vida.
“Dividam roupas e comidas; que não cobrassem além do que era devido (os cobradores de impostos), e aos soldados romanos, para que eles não extorquissem dinheiro do povo e não metessem medo com o poder das armas”, é ou não é muito atual?
Aos que me dão o prazer do acesso, neste “condomínio” (e que são muitos), Natal de paz, de prosperidade, de graça (o dom imerecido de Deus) e saúde!
Que o “Sol de Justiça” ilumine os ideais dos nossos dirigentes esportivos!
As luzes de Natal iluminam às noites do meu cafofo!
É o que há!
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