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VELHO ESPERANÇOSO

Uso às palavras SAÚDE, GRAÇA, PROSPERIDADE e PAZ nas minhas saudações.
Abrindo a Bíblia de forma aleatória como faço duas ou três vezes por semana, no sábado, 28, antes de dormi, abri meu compendio de sabedoria em Rm 5:5: “A esperança não decepciona, não desaponta, não traz confusão”, e pensando no tema, a esperança não mente; todo ser humano carrega esperança. Pensei!
E por está em cada um de nós, é imparável.
Terminei o SHOW DE BOLA falando da esperança que devemos ter em 2025 para chegarmos aos nossos objetivos; esperança de paz, de gratidão, de estender às mãos aos necessitados que nos procuram; de termos políticos honestos; que o Lula não acabe com o projeto mais auspicioso que o país teve nos últimos 30 anos, o Plano Real, de 1994, que acabou com a inflação desgraçada e que desvalorizava nosso Cruzeiro Real, e, finalmente, que as nossas “locomotivas” nos deem esperança de se juntar a nata do futebol brasileiro.
Carregado de “esperança” na alma, promotor de justiça, Dr. Domingos Sávio, me manda um áudio recheado de esperança: “Zé, estava ouvindo o final do SHOW DE BOLA e te parabenizo pela esperança que tens. Tenho em mim a “esperança” como a palavra mais bonita da língua portuguesa. A esperança é filha da fé”.
Como a “esperança” não engana, Dr. Domingos Sávio, serei um velho esperançoso, e ela fará parte das minhas saudações, copiando sua ideia.
Como velho de 75 anos (com 9 meses na barriga da Tia Maria, 76), carregarei a esperança de não perder os médicos que são meus “anjos da guarda”: clínico geral Raimundo Eder (diretor técnico da Beneficente Portuguesa), Dr. Jean Klay, gênio da ortopedia, e os dois buco-máxilo-faciais, Diego Pacheco e Célio Armando, que me fizeram ter autoestima: rio no espelho e sinto prazer em me ver. É coisa de Deus!
Esperança de ver a nova diretoria bicolor usar da transparência no “saite” do Clube, como informou o futuro vice-presidente, Márcio Tuma.
Esperança de não ver o monstro expelindo sua bílis “venenosa” contra o Paysandu de Roger Aguilera.
Tenho em mim a esperança de não ter razão, mas ser muito mais feliz, em 2025, com o dom imerecido de Deus, a graça!
A esperança de me realizar como blogueiro a partir do dia 1 de janeiro, porque os dois últimos dias deste ano (30 e 31), ficarei de flozô, conversando, num “paraíso”, com o meu Deus, que é rico, poderoso e festeiro, para que eu tenha vida e coragem para continuar falando e escrevendo verdades do nosso futebol.
É o que há!
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