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PEDIGREES

Paysandu e Clube do Remo começaram a temporada ganhando a mídia.
Em busca de valores novos e famosos, Felipe Albuquerque e Sérgio Papellin têm suas jogadas de craques pra vasculharem o mercado.
Meu olhar atento às contratações das “locomotivas”, faz-me pensar em orçamento superior a R$ 1,2 mi para trazerem pra Belém Dodô, Pedro Rocha, Vizeu e Dener. Do outro lado da avenida, os atletas Matheus Vargas, Henrique Salomoni, Marcelinho, Pedro Delvalle e Cavalleri, e o Papão busca por Valdo, ex-Ceará, que está no Japão, e Danilo Santacruz, meia do Guarani paraguaio.
No mínimo, quando atleta é contrato, ele exige um mês de salário adiantado, fora a “baba” do empresário.
Às “locomotivas” conferem os dias para darem às partidas em busca de um novo tempo: dia 12, PSC c TLB, pela Copa Grão Pará, e no dia 18, no Mangueirão, o Remo recebe o São Francisco, pelo PARAZÃO, com o torcedor pagando 50 reais por uma arquibancada; 100 reais, cadeira.
Se eu não dizer que estou desconfiado, minto, isso porque a nossa estrutura, para a prática do bom futebol, é precária: a maioria dos estádios está mais para pasto do que para gramado de futebol. Então, sinto o “cheiro da perpétua” com os campos do interior paraense em tempo de toró.
Entre os torcedores reina expectativa sobre quem será o dono do trono do PARAZÃO.
Há “incenso” de muito dinheiro no ar, no espaço da Curuzu para o Baenão e vice-versa, e quem mais arrecadará, com certeza, será quem terá a melhor largada.
Os milhões gastos, por bicolores e azulinos, valerão a pena se os jogadores contratados honrarem seus “pedigrees”.
Analogicamente, dos “maquinistas” quem tem mais “pedigree” é o Roger Aguilera por viver por muito mais tempo o mercado da bola. Portanto, profundo conhecedor da globalização do futebol.
Sem tirar o mérito do presidente Antônio Carlos Teixeira, que está muito bem cercado de ótimos executivos.
É o que há!
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