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“CORTANDO NA CARNE”

Igor Normando assumiu o trono da Prefeitura de Belém e “canetou” cargos comissionados.
Diz-que, mais de 600 assessores do ex-prefeito foram demitidos “ex-fício”.
Uma economia e tanta para o erário municipal.
Nos clubes de futebol é preciso ter olhar atento e ouvidos aguçados para atentar o que se passa quando um novo dono trono assume o poder.
Às vezes traumática, mas como sou “perna-de-pau” no tema, prefiro a divulgação do fato à inserção das profundezas das contratações dos assessores de um time de futebol.
Na entrevista que concedeu ao SHOW DE BOLA DALEPIX, da Rádio Marajoara, Dr. Marcio Tuma, vice-presidente operacional do Paysandu, revelou que na administração Roger Aguilera “os gastos serão controlados e que a cada final de mês a divulgação das contas do clube no ‘saite’. É obrigação”.
André Alves, o CEO, ao término do seu contrato, não desejou continuar no Paysandu, e comunicou toda a diretoria; A CEO contratada – não sei os motivos – deixou a Curuzu, e o Vandik deixou Belém de vez pra se estabelecer no interior baiano. Adendo: ele não me atende.
Ainda sobre o vice-presidente operacional do Paysandu, rebusco à memória para replicar aqui o que disse: “Controlar gastos é algo que qualquer gestor tem que se preocupar ao longo de toda sua gestão. É dever de ofício. Temos que fazer!”.
Ouvi, certa vez, do empresário Carlos Santos, o meu patrão (dono do Grupo Marajoara de Comunicação), que pra salvar a empresa, na maioria das vezes, tem que “cortar na carne” e, às vezes, fere suscetibilidades, ou seja, os amigos, porque não é fácil compreender demissões.
Embora não tenha ouvido da boca de ninguém, mas meu “feeling” me diz que se o Paysandu pretende “voar”, tem que gastar o essencial, e não comer como pinto e borrar como pato.
É o que há!
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