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“MALANDRO É MALANDRO E MANÉ É MANÉ”

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O que o homem Lucas Maia tenta fazer à instituição Paysandu Sport Club é indignidade.

A instituição é impessoal, mas tem um departamento jurídico atento e competente.

“A mentira tem pernas curtas”, diz o velho adágio popular.

Esta praga, que tem na figura do capeta o seu pai, não se sustenta e, enquanto perdura, gera conflitos.

Com contrato renovado com o Paysandu, Lucas Maia no dia 2 de dezembro de 2024 negociava sua contratação com um clube chinês.

“We want to confirm thate if the said player is open to have conversation with us on the matterr of joining our club for sesson 2025. Best wishes and looking forward to your replay.

Technical Director of Henan FC”.

Tradução: “Queremos confirmar se o referido jogador está coberto para conversar sobre a questão de ingressar no nosso clube para a sessão 2025. Muitas felicidades e aguardamos sua resposta. Diretor técnico do Henan FC.”

No TRT-PA, Lucas Maia reclama R$ 3.350.345,00. Mentiu. e “Perdeu, mané”.

No dia 3 de janeiro, o espertalhão recorre à justiça trabalhista de Porto Alegre.

 Levou outro indeferimento do juiz plantonista. Não contente, o safo zagueiro esperou mudar o juiz de plantão e, no dia 6.01.2025 pediu a reconsideração da decisão do juiz anterior revelando que tinha proposta do futebol ‘xing ling’e tinha até o dia 10.01.2025 pra dar uma resposta definitiva, tentando se livrar do vínculo com o PSC, e conseguiu momentaneamente.

Por azar do espertalhão, PSC comunicou à juíza da 27ª Vara do Trabalho de Porto Alegre que há um processo em Belém, que ainda não transitou em julgado e sendo assim esse segundo processo fica prejudicado de análise lá no TRT4, pois segundo o Paysandu existe a prevenção da 19ª Vara do Trabalho de Belém bater o prego e virar a ponta nessa briga.

Dia 13.01.2025, às 9h30, haverá audiência extraordinária nesse processo e se não houver acordo entre as partes, espera-se que a justiça gaúcha devolva o processo pra Belém para que a juíza da 19ª Vara diga quem tem razão.

Neste texto há excertos do entendimento do ótimo advogado Rui Mendonça, que sinaliza: “Este assunto pode ir longe, lá pro TST, em Brasília, para uma eventual apreciação de conflito de competência.

É o que há!

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