Uncategorized
CRITICANDO COM AMOR

Sou fascinado pelo jogo de futebol.
Embora nunca tenha praticado o esporte, a não ser “pelada”, na “Conceição”, bairro do Trem, em Macapá, na década de 60, considero-me perna-de-pau.
Na minha comunidade, às vezes paro pra ver a molecada jogando “travinha” e vibro quando um “Ronaldinho Gaúcho” mete a bola entre as pernas do adversário em espaço milimétrico.
De modo entusiástico, sem ser messiânico, observo que PSC e CR estão a plenos pulmões envolvidos com a Nova Ordem do futebol: “A nova estrutura econômica que permite contratações de estrelas do futebol”.
Rossi, no Paysandu, e Felipe Vizeu, no Remo, são representantes desse “fôlego de sete gatos”, que Roger Aguilera e Antônio Carlos Teixeira abandonam a mesmice, deixam de lado a banalidade, e isso me faz lembrar do lema do FC Barcelona: “Mas que un club”, em tradução livre: “Mais que um clube”.
Sobre o post IGAPÓ X MANGAL, publicado no blogue, recebi textinho, via “uatizap”, de um “cardeal”, que me pediu anonimato: “Zequinha, tenho lido e ouvido você criticar as áreas adquiridas pelos clubes denominando de mangal e igapó, mas você já viu como são construídas as bases dos enormes edifícios na Doca? Zé, são 40, 50 metros de estacas pro fundo pra sustentar às sapatas desses prédios, porque a área central de Belém era toda alagada. Para a nova tecnologia não há terreno ruim. Zé, para de criticar. PSC e CR pagaram barato pelos terrenos dentro da área metropolitana de Belém. As “locomotivas”, como você chama, encontrarão padrinhos baludos que ajudarão a construir os CTs. Não me detona. Nunca mais lhe vi pelo Bistrô. Pela coragem, gosto de você”.
Admiro quem fala com amor, com admiração, embora criticando. Com altivez, apontando pra minha natureza, e isso me faz pensar num texto bíblico, que está em Efésios 4:15: “Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo.
É o que há!
![]()
