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LINGUAGEM PROVOCATIVA

Quando escrevo, penso nos 75 milhões de analfabetos funcionais que há neste país.
Ou seja: mesmo escrevendo e lendo não sabem interpretar textos.
No post LINGUAGEM (aí do lado) o objetivo foi blogar o que ouvi sobre o discurso do presidente Donald Trump. Repito: “discurso”. A linguagem sem rodeio, direta. Usei o termo “retilínea”. Quem sou eu para tocar no caráter do político Donald Trump.
Infelizmente, houve imbecil que leu meu texto e não alcançou o que escrevi de forma simples, mas sincera sobre a linguagem do homem mais poderoso do mundo, que ao ser inquirido sobre o Brasil e América Latina, respondeu na lata: “Não precisamos deles!…” Sem “expressão idiomática”, Trump não enrolou, falou em linguagem direta. Provocativa! Linguagem vigorosa!
Para o bem ou para o mal, “A clareza da linguagem é que decorre a beleza do estilo”.
Francamente, menos conhecimento, mais obtuso, daí os milhões de brasileiros que leem e não sabem o que leram.
Donald Trump não é diplomático e por isso não fala bonito.
E quem falou (e fala) bonito no futebol paraense? Minha opinião: Euclides Freitas Filho (ex-presidente da FPF), Miguel Alexandre Pinho, Manoel Ribeiro, Artur Tourinho, Sérgio Cabeça, Hamilton Gualberto, Paulo Romano, Alberto Maia, Graciete Maués, Dewson Freitas (árbitro), Maurício Ettinger, Antônio Carlos Teixeira, Márcio Tuma e Roger Aguilera, e um jogador que tive a oportunidade de entrevistar, Romário.
Mas o que mais me marcou foi o encontro com João Havelange, aqui em Belém, no Hilton Hotel.
– Por que você não é visto nos gramados? – Indaguei.
– O gramado é dos jogadores e dos árbitros. Nosso lugar, como dirigentes, é na tribuna, respondeu.
Todos os citados me deram – e me dão – prazer de entrevistá-los.
É o que há!
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