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“TRISTINHOS”, “MUDINHOS” E CAUSOS DO ARCO DA VELHA

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Desde o dia 14.11.2024 que acompanho, como jornalista, o processo do técnico Hélio dos Anjos que cobra R$ 2.6 mi na 19ª Vara do TRT-PA.

Ao chegar no prédio, na Praça Brasil, Hélio me revelou que “há 39 anos, pela 4ª vez, inicia a temporada sem clube”.

“Recebi convites, mas só quero trabalhar a partir de março”, disse-me de passagem.

Acompanhado da alinhada advogada Manoela Molon, percebi que o ex-técnico bicolor estava orientado a fechar a boca. Respeitei.

Depois de 30’, saíram da sala de reunião, ao comando da juíza substituta, Jéssica Oliveira, “tristinhos” e “mudinhos”.

Hélio e sua advogada entraram no elevador e sumiram.

“Segredo de justiça. Nenhuma das partes pode se manifestar sobre o processo”, pontuou Márcio Tuma, advogado e vice-presidente bicolor.

Nem a data da terceira reunião informaram.

VALDO NÃO TEM “BICHEIRA”

As testemunhas apresentadas pelo Paysandu ficaram na sala de espera e aproveitei para conversar com o Coordenador de Saúde e Performance do Clube, fisioterapeuta José Maria Furtado Junior, sobre o zagueiro Valdo, que passou alguns dias na Curuzu.

“Valdo não é jogador ‘bichado’ como disseram. Depois de avaliado pela equipe médica do Clube, percebemos a necessidade de ele fazer uma recuperação muscular que levaria de 30 a 40 dias. Passamos a situação à diretoria e esta houve por bem não esperar”, confirmou Furtado.

Minha ida ao TRT-PA, na manhã desta quarta-feira, 22, foi prazerosa porque revelei causos do arco da velha que presenciei na Curuzu, principalmente quando Miguel Alexandre Pinho era o dono do trono.

À da “tripa” do “lobo” que aliciava jogadores da base do PSC e que o “Homem do Sapato Branco” ameaçou com “trezoitão” e botou pra correr da Curuzu e hoje é empresário de jogador.

Do jogador que chegava da “barcada” e atirava pro alto; do celular do dirigente que a mulher sapecou pela janela do carro e eu ia atrás do carrão. Estacionei e juntei o equipamento de última geração e devolvi ao “sheik”.

Do galã que roubou o perfume Azzaro do Geraldo Rabelo, em hotel paulista, numa das idas do Papão pra jogar na pauliceia.

Do repórter que roubou às roupas compradas pelo bicheiro Antônio Louro, em São Paulo.

E finalmente: Quando Miguel Pinho era ‘baludo”, chamava Nad e Admilton e avisava: “Amanhã, após o treino, façam a vila que pagarei vocês!”.

Após pagar um a um dos jogadores, comissão técnica e funcionários, Miguel chamava os “carcereiros” pra pegar a “ponta”.

Os “carcereiros” eram os repórteres setoristas, e nesta leva até o Paulinho, um jovem ‘engraçado’, recebia o seu quinhão.

Quando me decidir a largar tudo e curtir a vida, penso em escrever o livro SENTINDO O CHEIRO DA PERPÉTUA, contando causos do “cara-dura”, do “tânia pimbinha”, do “carabao”, do “castigado”, do “Patinho Feio”, que pediu dinheiro do Miguel Pinho pra casar e depois criticou o homem em coluna de jornal de papel, do “monstrinho”, o “piloto de avião” e de alguns dirigentes que se locupletavam com dinheiro das “locomotivas”.

É o que há!  

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