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O AÇOITE

Sem pejo, presidente da FPF, Ricardo Gluck Paulo, revelou em entrevista que “a CBF tem razão em não deixar os clubes transmitirem os jogos da Copa Verde”.
Cartola federacionista age igual a onça, que de bucho cheio, olha de longe a carcaça para nenhum outro animal se refestelar.
Engraçado é que os clubes, com seus canais de rádio e TV, não podem gerar imagem e áudio, mas as emissoras de rádio entram nos estádios e transmitem os jogos sem pagar PN. É uma nhanha!
Jogos da FIFA nenhuma emissora adentra aos estádios se não pagar os direitos de transmissão. Certíssima!
Faz-me lembrar de uma máxima ensinada pelo avô materno de Jeff Bezos, que um dos caras mais ricos do mundo carrega consigo: “É mais difícil ser gentil do que ser esperto”. Ou seja: a bondade dá lugar à esperteza.
Os dirigentes de PSC e CR têm que ter muita habilidade para lidar com as ausências de zelo pelo nosso futebol de quem deveria defender. São os interesses individuais em jogo.
Cerebral advogado Rui Mendonça manda me dizer que o Ricardo Gluck Paul é o principal inimigo do Futebol paraense: “Sabe aquele negro que compunha a equipe de captura dos negros fugitivos e devolvia o açoite do senhor do engenho?”, indaga.
“Em nome do peleguismo maltrata, açoita e humilha o futebol paraense”, afirma advogado Rui Mendonça.
Venhamos e convenhamos: o que a CBF dá aos clubes que participam da CV, competição criada pelo coronel Nunes, que tinha como finalidade a integração do futebol amazônico, envolvendo os vizinhos além fronteiras?
Nem imprensa e nem dirigentes se posicionaram contra a excrescência do presidente da Federação Paraense de Futebol, ao afirmar que a entidade já arrecadou mais de 2 milhões de reais no PARAZÃO, em propaganda, mas os campos são “pastos” e o VAR é o “rabo de cabra” da temporada.
É o que há!
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