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PRESIDENTE “SENTE O CHEIRO DA PERPÉTUA”

Atirei no que vi, acertei no que não estava na mira… Mirei a verdade!
Corredor do piso superior da administração do estádio da Curuzu teitei de “lobo de fina pelugem” e como ando “armado” com o meu “amante” multiuso disparei pra cima do presidente Roger Aguilera a falta da qualidade técnica do time bicolor.
“Não estou feliz. Não estou satisfeito com a performance. Luizinho está buscando um modelo de jogo e mostrar sua identidade tática no jogo contra o Remo. Estamos buscando contratações”, sintetizou o seu estado apreensivo com o time que está deixando a Fiel sentindo o “cheiro da perpétua” com o elenco alviceleste.
Há dois meses no trono, Roger revelou que o orçamento está “apertado” para o que há de fazer no Clube: “Gramado será reformado; banheiros, também, mas o torcedor tem que entender que ele precisa ajudar fazendo o seu sócio torcedor para que possamos implementar obras aqui e no CT, que já iniciamos a construção dos vestiários no Centro de Treinamento”, pontuou.
Advogado Thiago Alves, o CEO do Clube, assistia à entrevista do presidente, e o puxei pra perto de mim e indaguei sobre a nova função: “Estou vendo e analisando a estrutura do Paysandu, que é grande, e que preciso conhecer para buscar novas parecerias”, disse.
Sobre ingressos falsos, que está em segredo de justiça, na Delegacia de Proteção ao Torcedor, Dr. Thiago foi lacônico ao dizer que o processo está sendo conduzido pelo delegado Marcos André, e que “não tem nada a falar”.
Insisti se há participação de gente ligada ao PSC: “Não sei de nada. O caso está sob segredo de justiça”. Então, são informações sigiladas, mas que não sossego enquanto não revelar fatos verdadeiros sobre o crime de cambismo.
Deixo o corredor e entro na sala de imprensa, onde me esperava o jornalista Toti, assessor de imprensa, para meu encontro com o “espalhador de brasa”, Luizinho Lopes.
“Eu e minha família gostamos do ‘espalhador de brasa, porque eu sou intenso, vivo, e passo essa motivação para os meus jogadores”, começo da minha entrevista com o técnico bicolor.
Há 8 jogos invicto diante do Remo, que está tecnicamente melhor que o Paysandu, em seguida o Manaus e o Castanhal são os “desertos” que o técnico terá que atravessar neste início de trabalho na Curuzu.
“Trabalhando e conversando com os atletas, mostrando a realidade deste clássico, que nos deixa fortificado, e analisando vídeos, mas que nada podemos revelar daquilo que faremos em campo”, manifestação de Luizinho Lopes.
Ao escalar os degraus de descida para o térreo, deparo-me com Rui Sales com um grupo de engenheiros e arquitetos adentrando o espaço da academia alviceleste.
“Aí tem, Rui?”, Indaguei. “Meus colegas estão visitando a Curuzu, Zé!”. Entendi que estava sendo inconveniente, e pedi pra bater um retrato, o que foi permitido.
É o que há!
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