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INJUSTO E EFICAZ

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Ao mesmo tempo que é injusto, o futebol, de repente, se torna eficaz.

Começa pela transmissão da TV Cultura, que o estado investe milhões para transmiti os jogos e alguns “profissionais” nos passarem aquilo que não vemos: o melhor em campo, o Dailton, é pensar que os telespectadores são imbecis: o melhor jogador do RE-PA foi o goleiro do Remo, o Marcelo Rangel, que por 3 vezes evitou gol bicolor.

O que se pode esperar de um narrador que copia gira policial – “é sal!!!” -; de um outro, que ressuscitou Waldir Amaral com o seu “individuo competente”, e de um comentarista assassino, que matou um jornaleiro há 15 anos no Castanheira? Pira Paz!…

Francamente, se este lateral-esquerdo, Alan Rodrigues, fosse paraense, após o RE-PA sairia de campo vaiado. Ô pereba desgraçada! Alan Rodrigues, aos 44, do primeiro tempo, teve a bola do jogo e chutou vento.

E se o Paysandu tem um meia com olhar de lince, meteria a bola nas costas do garoto Kadu, que foi a melhor peça no primeiro tempo.

Jaderson não evoluiu do meio para o ataque, e o Pavani desapareceu.

E o meio-campo bicolor errou muitos passes.

Adailton e Pedro Castro entraram, no segundo tempo, nos postos de Pedro Rocha e Dodô.

Com Matheus Vargas e Rossi, Paysandu teve as melhores oportunidades de gols, obrigando ótimas defesas do goleiro azulino.

Mais afoito, Papão muda Borasi, que foi bastante acionado pelo lado esquerdo, por Geovani; Marcelinho no lugar de Marlon, e Juninho no de Leandro Vilela.

Aos 32, Quintana “entregou”; Felipe Vizeu se antecipa, e o goleiro Matheus Nogueira sai estabanado, cometendo falta sobre Vizeu: penalidade bem marcada pelo árbitro mineiro Paulo César Zanovelli.

Adailton, que entrara no posto de Pedro Rocha, aos 33’ coloca o Remo na frente do placar: 1 a 0.

Paysandu joga no campo azulino, toca a bola e num lance frontal ao arco remista, Geovanni recebe e chuta forte com a bola, na trajetória, raspando num zagueiro, engana o goleiro, e o Paysandu empata a partida: 1 a 1, aos 50 minutos. Futebol justo!

Há nove jogos – 4 vitórias e 5 empates – que o Paysandu não perde para o Remo.

Esta semana, diretoria alviceleste decide se Kavyn vai jogar na Ponte Preta, que, na semana passada, manifestou interesse no lateral-esquerdo bicolor.

É o que há!

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