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FAS-CI-NAN-TE

Se o Planalto vive a síndrome do ódio, Belém, na tarde-noite de domingo, 23, viveu a fascinante e respeitosa rivalidade da FENÔMENO AZUL (criação de Guilherme Tadeu) e a CONVUSÃO DA NATUREZA por parte da FIEL BICOLOR.
Velho, 75, senti a síndrome de “porco espinho” ao assistir os fascinantes amores de azulinos e bicolores nas arquibancadas da “Catedral” Mangueirão. Simplesmente, fascinante!
“O ódio alimenta o ódio”, disse Dostoiévski, mas o amor, para azulinos e bicolores, não são formas, são conteúdos recheados de paixões e brilhos nos olhos e nas almas de cada um que sustenta às “locomotivas”.
Vivemos às vésperas da Quaresma, que é a preparação para a Páscoa, aproveito, no silêncio e na solidão do meu cafofo, pra fazer minudente reflexão sobre o clássico mais jogado no mundo: 768 para o historiador e estatístico, Orlando Ruffeil, enquanto que para o jornalista Ferreira da Costa, 776.
Minha conclusão: desde o meu primeiro RE-PA, em 1980, o que seria deste velho jornalista diplomado se não fosse Remo e Paysandu, para que eu pudesse ter o que falar e escrever todo santo dia?
Não é passatempo, é apostolado!
O exemplo é momentâneo: acordei pensando na fascinante festa, no Mangueirão, e, sem fazer o asseio matinal, fui direto pra frente do computador para não perder o fio da meada sobre o tema que está no meu “hd”: Fenômeno Azul x Convulsão da Natureza! Passadas 24h, estou em estado de “nirvana” absoluto, intuindo o atributo de Deus, que é o amor, a principal virtude de quem ama verdadeiramente CR e PSC.
Haja amor!
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