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PF PRETENDIA IMPEDIR O JOGO

A imensa área de estacionamento do Mangueirão comporta 6.800 carros.
Do lado A, 3.600, e do B, 3.200 veículos.
São 3 portões duplos, do lado Norte, e do Sul, 6 portões.
Ao arrendar a “Catedral”, o clube mandante recebe estádio e estacionamentos limpos e é o responsável pelos serviços prestados ao público.
A “Mamute”, que conhecemos há anos nos estádios de futebol, é uma empresa de serviços, e não segurança.
Pelo novo Estatuto da Segurança Privada, que ainda não foi regulamentada, todo evento social e esportivo tem que ter determinado número de segurança privada, ou seja, vigilante.
Fonte real informa que, em todos os jogos no Mangueirão, a PF tem marcado presença para constatar se as empresas contratadas para tomarem conta dos estacionamentos (A d B) estão cumprindo com o novo Estatuto da Segurança Privada.
A ESTAPAR, do empresário Márcio Braga, contratada pela diretoria do Águia de Marabá, mandante do jogo, para coordenar o estacionamento, contratou dois vigilantes.
Os federais ao verem a insuficiência de vigilantes, pretendiam parar o jogo se a empresa não completasse o quadro de 5 vigilantes.
Rapidamente, o empresário Márcio Braga se enquadrou nos ditames da lei e “seguiu o enterro”.
Falei com o Márcio, pelo “uatizap”, e, educadamente, confirmou a visita dos federais no estacionamento e que “a ordem foi cumprida”.
“Zé, com estes vigilantes, somos obrigados a repassar custos aos usuários”, disse-me empresário Jader Gardeline, que estará domingo, no DEDO DE PROSA. (Foto: Uruá-Tapera)
É o que há!
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